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	<title>Comentários sobre: Situação precária da saúde em Lajinha MG</title>
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	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeita sua inteligência.</description>
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		<title>Por: DIL de AQUINO</title>
		<link>http://www.jm1.com.br/2009/05/situacao-precaria-da-saude-em-lajinha-mg/comment-page-1/#comment-2873</link>
		<dc:creator>DIL de AQUINO</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Oct 2011 23:37:11 +0000</pubDate>
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		<description>Ola  a  todos ;  olha  vou  confessar : fiquei  super  triste  com  varios  comentarios  acima .  E   uma  pura  verdade ;  os  politicos   de   LAJINHA  nunca  tiveram  competencia  para  administra  na  nada .  Nasci  nessa   hospital ;  a  cidade  era  melhor  q  e  hoje .  Tenho  boas  lembrancas  da  minha  infancia ,  bons  tempos .  Enquanto  o  mundo  todo  se  evolui ;  Lajinha  se   regride (  volta  p/  tras ). Devo  voltar  p/ Lajinha em MARCO 2012 , vou  lutar  p/ melhoras  dessa  AMADA e QUERIDA  cidade . Te  amo  LAJINHA !!!!  Ate  breve ,  se  DEUS  me  permitir .</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola  a  todos ;  olha  vou  confessar : fiquei  super  triste  com  varios  comentarios  acima .  E   uma  pura  verdade ;  os  politicos   de   LAJINHA  nunca  tiveram  competencia  para  administra  na  nada .  Nasci  nessa   hospital ;  a  cidade  era  melhor  q  e  hoje .  Tenho  boas  lembrancas  da  minha  infancia ,  bons  tempos .  Enquanto  o  mundo  todo  se  evolui ;  Lajinha  se   regride (  volta  p/  tras ). Devo  voltar  p/ Lajinha em MARCO 2012 , vou  lutar  p/ melhoras  dessa  AMADA e QUERIDA  cidade . Te  amo  LAJINHA !!!!  Ate  breve ,  se  DEUS  me  permitir .</p>
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		<title>Por: Nei Carvalho da Silva</title>
		<link>http://www.jm1.com.br/2009/05/situacao-precaria-da-saude-em-lajinha-mg/comment-page-1/#comment-2495</link>
		<dc:creator>Nei Carvalho da Silva</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Aug 2011 21:20:35 +0000</pubDate>
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		<description>Eduardinho:
 
Concordo com voce quanto aos antigos vícios de décadas passadas. Mas, a transformação e melhoria da qualidade de vida do povo da Lajinha, assim como deve ser em todos os municípios desse Brasil de muitos Brasis, depende somente das decisões tomadas por esse próprio povo. E sabe quando é este momento? Por ocasião das eleições Municipais. Preste atenção, eu disse Municipais. Não disse Estaduais ou Federais. Sabe porquê? Por quê, assim como na Escola, o Ensino Fundamental representa os primeiros passos de um bom aprendizado; assim como na família, o exemplo de educação dos pais é que refletirá no bom filho do amanhã, também o é em matéria política, na hora da escolha dos Vereadores e dos Prefeitos. È alí que se inicia a carreira do bom político, que tomará as decisões mais importantes no futuro (legislar sempre bem, no interesse da coletividade). Então, meu caro Eduardinho, se alí, no nascedouro, efetuarmos uma péssima escolha, este escolhido será o péssimo político do amanhã. Pense nisso e, espalhe com vigor e entusiasmo, o valor da grande &quot;arma&quot; que temos na mão uma vez a cada quatro anos, que é o nosso sagrado e inalienável direito de votar.
Abraços ao já desconhecido (fisionomicamente) e futuro amigo Lajinhense.

Nei Carvalho

Maringá-Pr, 16.08.2011.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardinho:</p>
<p>Concordo com voce quanto aos antigos vícios de décadas passadas. Mas, a transformação e melhoria da qualidade de vida do povo da Lajinha, assim como deve ser em todos os municípios desse Brasil de muitos Brasis, depende somente das decisões tomadas por esse próprio povo. E sabe quando é este momento? Por ocasião das eleições Municipais. Preste atenção, eu disse Municipais. Não disse Estaduais ou Federais. Sabe porquê? Por quê, assim como na Escola, o Ensino Fundamental representa os primeiros passos de um bom aprendizado; assim como na família, o exemplo de educação dos pais é que refletirá no bom filho do amanhã, também o é em matéria política, na hora da escolha dos Vereadores e dos Prefeitos. È alí que se inicia a carreira do bom político, que tomará as decisões mais importantes no futuro (legislar sempre bem, no interesse da coletividade). Então, meu caro Eduardinho, se alí, no nascedouro, efetuarmos uma péssima escolha, este escolhido será o péssimo político do amanhã. Pense nisso e, espalhe com vigor e entusiasmo, o valor da grande &#8220;arma&#8221; que temos na mão uma vez a cada quatro anos, que é o nosso sagrado e inalienável direito de votar.<br />
Abraços ao já desconhecido (fisionomicamente) e futuro amigo Lajinhense.</p>
<p>Nei Carvalho</p>
<p>Maringá-Pr, 16.08.2011.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: eduardinho</title>
		<link>http://www.jm1.com.br/2009/05/situacao-precaria-da-saude-em-lajinha-mg/comment-page-1/#comment-2459</link>
		<dc:creator>eduardinho</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 10:23:10 +0000</pubDate>
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		<description>confabulo com você pela saudade da terra querida que nos viu nascer;seja bem vindo ao torrâo que embora, fisicamente mudou muito, mas continua ainda com os mesmo vicios dos anos 50 e 60.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>confabulo com você pela saudade da terra querida que nos viu nascer;seja bem vindo ao torrâo que embora, fisicamente mudou muito, mas continua ainda com os mesmo vicios dos anos 50 e 60.</p>
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	<item>
		<title>Por: NEI CARVALHO DA SILVA</title>
		<link>http://www.jm1.com.br/2009/05/situacao-precaria-da-saude-em-lajinha-mg/comment-page-1/#comment-2448</link>
		<dc:creator>NEI CARVALHO DA SILVA</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Jul 2011 10:21:51 +0000</pubDate>
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		<description>Sou filho da Lajinha. Nascí aí em 23.02.1.956. Sou Neto de Fernando Correa Carvalho, já falecido, à época,  conhecido aí por Fernandinho. Pela Graça de Deus nascí &quot;fora de tempo&quot;, com sete meses de gestação, e não puderam manter-me em uma UTI neonatal. Já naquele tempo os recursos hospitalares eram escassos. Pelo jeito, a situação perdura. Graças aos fartos seios da minha saudosa e querida vovó Servolina Moreira, que forrados em muito tecido de algodão eu, com meus 1.200 kg era depositado, cujo regaço avolístico funcionou como &quot;estufa&quot; ou, a bolsa de um cangurú pelo que imagino.Segundo meu pai(um autodidata que não tendo nem o Ginasial chegou a Tabelião aquí no Paraná) e minha  mãe, bedla lavradora filha de Lajinha, daí saimos no ano de 1.961 - filhos pela órdem de nascimento Newton, Nei e Neiva - em um &quot;pau-de-arara&quot;, juntamente com outras duas famílias que dividiram as despesas do caminhão. O motivo da saída: falta de perspectivas para uma vida melhor, devido a miserabilidade que já imperava àquela época. Região muito montanhosa e a parte de serrado baixo que existia estava nas mãos dos latifúndios, que pouco se importavam em dar finalidade econômica às suas terras, preocupados apenas em manter seus feudos.Posso dizer, que tendo saido da Lajinha com pouco mais de 5 anos de idade, me lembro muito da terra branca da rua acidentada onde brincava e, do primeiro cavalinho de pano que ganhei na missa dominical, por ter sido a criança que melhor leu um versículo da Bíblia, aleatóriamente escolhido pelo pároco local. Mas, acreditem, o magnetismo que a terra exerce sobre nós é muito grande. Tenho muitas saudades da Lajinha, apesar de nunca mais ter voltado aí. Estou nos capítulos introdutórios de uma autobiografia que tem como título definitivo: &quot;A SAGA DE UM MINEIRO VIVENTE&quot;. A fim de buscar subsídios para terminar os primeiros capítulos, no final do ano, irei pela 1ª vez depois que saí, rever a Lajinha que não esqueço. Espero encontrar muitos de voces aí. Com muita ansiedade para fazer esta viágem, finalizo com um &quot;abraço de tamanduá&quot; - bem apertado -. NEI CARVALHO DA SILVA, Maringá-Pr, 20 de julho 2011, às 7:15 horas.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sou filho da Lajinha. Nascí aí em 23.02.1.956. Sou Neto de Fernando Correa Carvalho, já falecido, à época,  conhecido aí por Fernandinho. Pela Graça de Deus nascí &#8220;fora de tempo&#8221;, com sete meses de gestação, e não puderam manter-me em uma UTI neonatal. Já naquele tempo os recursos hospitalares eram escassos. Pelo jeito, a situação perdura. Graças aos fartos seios da minha saudosa e querida vovó Servolina Moreira, que forrados em muito tecido de algodão eu, com meus 1.200 kg era depositado, cujo regaço avolístico funcionou como &#8220;estufa&#8221; ou, a bolsa de um cangurú pelo que imagino.Segundo meu pai(um autodidata que não tendo nem o Ginasial chegou a Tabelião aquí no Paraná) e minha  mãe, bedla lavradora filha de Lajinha, daí saimos no ano de 1.961 &#8211; filhos pela órdem de nascimento Newton, Nei e Neiva &#8211; em um &#8220;pau-de-arara&#8221;, juntamente com outras duas famílias que dividiram as despesas do caminhão. O motivo da saída: falta de perspectivas para uma vida melhor, devido a miserabilidade que já imperava àquela época. Região muito montanhosa e a parte de serrado baixo que existia estava nas mãos dos latifúndios, que pouco se importavam em dar finalidade econômica às suas terras, preocupados apenas em manter seus feudos.Posso dizer, que tendo saido da Lajinha com pouco mais de 5 anos de idade, me lembro muito da terra branca da rua acidentada onde brincava e, do primeiro cavalinho de pano que ganhei na missa dominical, por ter sido a criança que melhor leu um versículo da Bíblia, aleatóriamente escolhido pelo pároco local. Mas, acreditem, o magnetismo que a terra exerce sobre nós é muito grande. Tenho muitas saudades da Lajinha, apesar de nunca mais ter voltado aí. Estou nos capítulos introdutórios de uma autobiografia que tem como título definitivo: &#8220;A SAGA DE UM MINEIRO VIVENTE&#8221;. A fim de buscar subsídios para terminar os primeiros capítulos, no final do ano, irei pela 1ª vez depois que saí, rever a Lajinha que não esqueço. Espero encontrar muitos de voces aí. Com muita ansiedade para fazer esta viágem, finalizo com um &#8220;abraço de tamanduá&#8221; &#8211; bem apertado -. NEI CARVALHO DA SILVA, Maringá-Pr, 20 de julho 2011, às 7:15 horas.</p>
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