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Corrupção na FIFA?

Por em 11 de novembro de 2009
FIFA 20014 no Brasil, Joseph Blatter

FIFA 20014 no Brasil, Joseph Blatter

Por Devair Guimarães de Oliveira

Para ser bem rápido vou logo respondendo a pergunta acima, em minha opinião essa prática em uma organização de copa do mundo seria praticamente nula, os exemplos do esporte tem sido bons. Para qualquer administrador sério é a prova de que quando se quer fazer algo sem corrupção há como fazer. Todos os países que organizaram grandes eventos como Olimpíadas e copa do mundo sairam-se fortalecidos com um crescimento e geração de muitos empregos. É um  importante investimento que recebe um país que organiza um evento desse porte. Uma pergunta: Se a FIFA consegue fiscalizar todas as obras, as licitações, detectando qualquer irregularidade. Porque o governo federal não consegue fiscalizar as obras de sua área, o PAC, por exemplo?

Veja que coisa organizada, porque não fazer o mesmo com as obras do PAC, de onde vem isso, será que é a magia do esporte?

Protocolo de cooperação vai garantir Copa de 2014

Brasília – Um protocolo de cooperação federativa será firmado entre as prefeituras das 12 cidades que sediarão os jogos da Copa de 2014 e a Presidência da República. Serão definidos no documento ações, responsabilidades e prazos para o cumprimento de todas as obrigações por cada parte envolvida na promoção do mundial de futebol no Brasil.

Esse foi o principal resultado de dois dias de reuniões entre o governo federal, governadores e prefeitos das cidades-sede, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), encerradas ontem (10) em Brasília. Cada cidade terá que definir um representante nos trabalhos e o governo federal quer que a sociedade e órgãos de controle acompanhem todo o processo.

Para que os custos do projeto da Copa sejam adequadamente controlados, será criado um sistema de monitoramento que deverá ficar a cargo da Secretaria Nacional de Futebol, cuja criação acaba de ser aprovada pelo Senado e enviada à Presidência da República para sanção.

O governo federal foi representado nas reuniões pelos ministros Paulo Bernardo, do Planejamento, Orlando Silva, do Esporte, e Marcio Fortes, das Cidades, além da coordenadora do Programa Copa 2014, Míriam Belchior, e de representantes dos ministérios da Fazenda, do Turismo, das Relações Institucionais e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

A União será responsável pelas intervenções em terminais de passageiros de portos e aeroportos, ficando a cargo dos municípios e estados os projetos de urbanização do entorno, bem como as obras de mobilidade urbana.

Hotelaria e construção. Reforma ou ampliação de estádios serão responsabilidade da iniciativa privada, com apoio da União para financiamento.

Uma linha de crédito será aberta para financiamento de estádios, de até 75% do valor do projeto, limitado a R$ 400 milhões, taxa de juros (TJLP + spread) de 1,9% ao ano, três anos de carência após a contratação e 12 anos para pagamento, segundo Orlando Silva.

O valor é baseado nos gastos com estádios da Alemanha, África do Sul e China, em que foi obtido um custo médio de assento nos estádios para a definição do montante a ser financiado.

O governo dispõe também de uma linha de crédito com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), no valor de R$ 5 bilhões para os projetos de mobilidade urbana das cidades-sede, de acordo com o ministro Márcio Fortes. A prioridade será para investimentos em transportes públicos, e os projetos têm que ter vinculação direta com a Copa.

O vaqueiro e a ponte do prefeito

Se essa mesma prática fosse adotada no país, muitas obras executadas aqui não seriam o dobro ou em alguns casos o triplo das obras efetuadas fora ou no próprio país. Um cidadão construiu uma ponte para que pudesse passar com seu veículo de um lado para o outro em sua propriedade, o valor todos ficaram sabendo ele gastou 26 mil reais, na mesma cidade, no mesmo córrego o prefeito da cidade fez praticamente uma ponte igual do mesmo porte. Um cidadão vaqueiro com pouca cultura ficou sabendo dos valores, em uma conversa onde estavam o prefeito, algumas pessoas da cidade e até o padre. O prefeito muito popular em sua fazenda sempre dava papo para todos os piões, papo vai, papo vem, foi quando o vaqueiro na maior simplicidade disse: “Prefeito se eu fosse o senhor não aceitava pagar R$ 75 mil reais por essa ponte não, os pedreiros tão te roubando, meu patrão ta ali ó, pergunte para o Sr. vê, ele pagou só R$ 26 mil reais.” Disse o vaqueiro com sua ingenuidade.

Tags: , , , Em: Política

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