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	<title>JM1 - Jornal das Montanhas - Manhuaçu - MG &#187; Economia &amp; Negócios</title>
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	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeitamos sua inteligência.</description>
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		<title>Vendas no comércio crescem pelo quarto mês consecutivo</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 20:36:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia & Negócios]]></category>
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		<description><![CDATA[As vendas do comércio cresceram 0,3% em agosto, segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio divulgado hoje (2). Foi o quarto mês consecutivo de alta. Em junho, o indicador havia registrado 0,1% de crescimento e, em julho, 0,9%. A venda de material de construção puxou a alta, segundo a Serasa, com crescimento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/09/download.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15713" title="download" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/09/download.jpg" alt="" width="202" height="184" /></a>As vendas do comércio cresceram 0,3% em agosto, segundo o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio divulgado hoje (2). Foi o quarto mês consecutivo de alta. Em junho, o indicador havia registrado 0,1% de crescimento e, em julho, 0,9%. A venda de material de construção puxou a alta, segundo a Serasa, com crescimento de 1%. Móveis, eletrodomésticos e informática ficaram em segundo lugar, com alta de 0,6%. Os dois setores compensaram as vendas de veículos, motos e peças, que recuaram 1,3%.</p>
<p>As vendas de material de construção foram também as principais responsáveis pela alta de 8,5% no indicador nos últimos doze meses. O setor cresceu 16,9% superando móveis e eletrodomésticos (11,9%) e veículos (9,8%). O Indicador Serasa Experian é elaborado com base nos dados colhidos em 6 mil empresas de seis segmentos. A pesquisa acompanha a atividade comercial desde 2000.</p>
<p>Fonte Agência Brasil</p>
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		<title>Empresas deverão ter mais crédito no 2º trimestre</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 13:51:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[aumento]]></category>
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		<description><![CDATA[A concessão de crédito às empresas do país deverá ter aceleraração no próximo trimestre, segundo levantamento realizado pela Serasa Experian, divulgado nesta quarta-feira (1º). O avanço do indicador de perspectiva do crédito foi de 0,3% em julho em relação ao mês anterior. De acordo com a pesquisa, essa foi a quarta alta mensal seguida do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/09/credito-imobiliario.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15574" title="credito-imobiliario" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/09/credito-imobiliario-280x280.jpg" alt="" width="280" height="280" /></a>A concessão de crédito às empresas do país deverá ter aceleraração no próximo trimestre, segundo levantamento realizado pela Serasa Experian, divulgado nesta quarta-feira (1º). O avanço do indicador de perspectiva do crédito foi de 0,3% em julho em relação ao mês anterior. De acordo com a pesquisa, essa foi a quarta alta mensal seguida do indicador e a maior registrada desde abril deste ano.</p>
<p>A proposta desse indicador é prever as oscilações cíclicas da concessão de crédito em um prazo de seis meses. Na avaliação da Serasa, essa sequência de aumentos dos últimos meses indica que a &#8220;evolução das operações de crédito às empresas tenderá a se acelerar&#8221;, principalmente nos últimos trimestre do ano.</p>
<p>As perspectivas positivas são justificadas pela retomada de ritmo de crescimento mais acelerado da economia e a possível interrupção das altas da taxa básica de juros (Selic), de acordo com a Serasa.</p>
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		<title>Micro e pequenas empresas empregam mais da metade dos trabalhadores formais</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 17:12:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia & Negócios]]></category>
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		<description><![CDATA[Correspondem a mais de 99% dos 5,8 milhões de negócios formais existentes no Brasil e empregam 52,3% dos 24,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Isso corresponde a 13,1 milhões de empregados &#8211; destes, 8,5 milhões, ou 64,9%, vivem no interior do país. “As micro e pequenas empresas são responsáveis por um volume expressivo dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/supersimples.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15491" title="supersimples" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/supersimples-280x210.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a> Correspondem a mais de 99% dos 5,8 milhões de negócios formais existentes no Brasil e empregam 52,3% dos 24,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada. Isso corresponde a 13,1 milhões de empregados &#8211; destes, 8,5 milhões, ou 64,9%, vivem no interior do país.<br />
“As micro e pequenas empresas são responsáveis por um volume expressivo dos empregos e também por um volume e massa de rendimentos bastante relevantes”, avalia o diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz, durante a apresentação do anuário. “Nossas empresas continuam empregando boa parte das pessoas formalizadas e, além disso, estão aumentando os salários. Isso é uma tendência que vem se mantendo desde 2002”, acrescentou o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto.<br />
De acordo com o anuário, mais da metade dos 8,5 milhões de empregos estão localizados no interior da Região Sudeste, enquanto o interior da Região Sul registra 2,2 milhões de empregos, e o Nordeste, 967,7 mil. No Centro-Oeste, são 449,3 mil, e na Região Norte, 246,5 mil empregos situados no interior dos estados.<br />
De 2000 a 2008, o número de micro e pequenas empresas aumentou de 4,1 milhões para 5,7 milhões – um crescimento de 40%. No período, foi ampliado em 4,5 milhões o número de empregados com carteira assinada, que estava em 8,6 milhões e passou para 13,1 milhões.<br />
Os homens continuam sendo maioria entre os trabalhadores das micro e pequenas empresas. Em 2008, foram 3,7 milhões na microempresa e 4,5 milhões na pequena empresa. No entanto, essas empresas ampliaram a contratação de mulheres entre 2000 e 2008, passando de 1,5 milhão para mais de 2,3 milhões nas microempresas e de 1,3 para 2,3 milhões nas pequenas empresas.<br />
Segundo o Sebrae, o aumento da contratação da mão de obra feminina é registrado principalmente nos setores do comércio e de serviços, seguido pela indústria. As unidades federativas que mais empregaram mulheres foram o Distrito Federal e as regiões metropolitanas de Salvador (BA), Belo Horizonte (MG) e Porto Alegre (RS). Já as regiões metropolitanas de São Paulo e Recife foram as que apresentaram a menor participação feminina no mercado de trabalho dos micro e pequenos empreendimentos.<br />
Outra mudança apontada pelo anuário está relacionada à escolaridade, com as micro e pequenas empresas passando a contratar trabalhadores com grau de ensino mais elevado entre 2000 e 2008. Os trabalhadores com o ensino médio completo passaram de 21,4% para 41,7%. As contratações de empregados com o terceiro grau completo apresentaram uma leve subida, passando de 3,4% para 4,7%.<br />
O anuário tem como base de dados diversos órgãos públicos, entre eles a Pesquisa de Emprego e Desemprego do Dieese, a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério do Trabalho e Emprego e a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<br />
O Sebrae também lançou hoje o MPE Data, um <em>site</em> que atualizará constantemente informações sobre micro e pequenas empresas, bem como sobre o trabalhador brasileiro. A nova ferramenta pretende agregar em um único ambiente dados que ajudem a entender a realidade dos negócios no país e, dessa forma, facilitar o trabalho de profissionais e estudiosos interessados em desenvolver políticas públicas.</p>
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		<title>Maioria das famílias brasileiras tem alguma dívida, revela pesquisa</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 16:41:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia & Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
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		<description><![CDATA[A maior parte da população brasileira revelou ter alguma dívida em agosto, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que calculou o Índice de Expectativas das Famílias. Segundo o levantamento, 54,15% das famílas entrevistadas declararam ter alguma dívida. A pesquisa aponta que a dívida média mensal das famílias brasileiras chega a R$ 5.426,59. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/dividas.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15487" title="dividas" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/dividas-280x186.jpg" alt="" width="280" height="186" /></a>A maior parte da população brasileira revelou ter alguma dívida em agosto, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que calculou o Índice de Expectativas das Famílias. Segundo o levantamento, 54,15% das famílas entrevistadas declararam ter alguma dívida.</p>
<p>A pesquisa aponta que a dívida média mensal das famílias brasileiras chega a R$ 5.426,59. As informações foram divulgadas hoje (31) pelo presidente do Instituto, Marcio Pochmann, no Rio de Janeiro.</p>
<p>A pesquisa indica também que quase 20% das famílias têm alguma conta atrasada, mas cerca de 60% acreditam que conseguirão quitar essas dívidas total ou parcialmente no próximo mês.</p>
<p>Segundo Pochmann, entre as 3.810 famílias entrevistadas em mais de 200 cidades do país, 71,7% declararam não ter dívida ou ter uma dívida muito reduzida a ponto de não se preocuparem. O percentual das que disseram estar muito ou mais ou menos endividadas é de 27,9%.</p>
<p>“De maneira geral, o indicador de endividamento das famílias brasileiras é muito baixo. Apenas uma família em cada dez encontra-se com grau de endividamento elevado. Mas, nesse grupo [muito endividado], temos um número significativo, o que exigiria um cuidado especial, principalmente nas regiões onde as dívidas estão mais elevadas”, disse o presidente do Ipea.</p>
<p>Para ele, é preciso que o Brasil mantenha o ritmo de expansão econômica e garanta a geração de mais empregos, “porque isso dará mais conforto a essas famílias que terão condições de honrar suas dívidas”. Pochmann também destacou a importância de as famílias aprenderem a usar melhor os instrumentos de crédito disponíveis no país.</p>
<p>A melhor situação em relação ao endividamento foi registrada entre as famílias da Região Centro-Oeste e a situação mais complicada foi verificada no Norte, onde apenas 16% declararam não ter dívida alguma.</p>
<p>Entre os mais endividados estão mulheres e pessoas que se declararam amarelas e negras.</p>
<p>Fonte Agência Brasil</p>
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