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	<title>JM1 - Jornal das Montanhas - Manhuaçu - MG &#187; Meio Ambiente</title>
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	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeitamos sua inteligência.</description>
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		<title>Cerrado precisa de maior conservação</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 13:37:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[cerrado]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cerrado-devastado.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15570" title="cerrado devastado" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/09/cerrado-devastado-280x188.jpg" alt="" width="280" height="188" /></a>O Cerrado, que ocupa lugar de destaque na produção de grãos no país, perde cada vez mais em biodiversidade com o avanço do desmatamento, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados hoje (1º). Segundo o documento, 85 mil quilômetros quadrados (km²) de cobertura nativa do Cerrado (cerca de 4,1% do atual 1.052 milhão de km²), foram destruídos entre 2002 e 2008, de acordo com informações do Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p>Com 48,3% de toda a área original de Cerrado já derrubada, pesquisa Indicadores de Desenvolvimentos Sustentável (IDS) 2010 chama atenção para o ritmo do desmatamento do bioma e sugere medidas urgentes, como a criação de unidades de conservação em áreas de fronteira agrícola.</p>
<p>&#8220;Especial atenção e medidas de proteção e controle se fazem necessárias&#8221;, informa o texto, ao destacar a necessidade de salvar &#8220;aquela que é considerada a savana mais biodiversa do mundo&#8221;, e que registra taxas de desflorestamento mais altas que as da Amazônia – onde a área desmatada é de 14,6% e o desflorestamento caiu cerca de 40% entre 2002 e 2008.</p>
<p>O Cerrado se destaca não só pela diversidade de espécies de flora e fauna, mas sobretudo pela produção agrícola. A Região Centro-Oeste, onde está localizada a maior parte do bioma, deve produzir 51 milhões de toneladas de grãos na safra 2009/2010, segundo estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).</p>
<p>Com 28 milhões de toneladas de grãos colhidos na safra 2008/2009, a maior do Centro-Oeste, o Mato Grosso foi o estado com maior área de cerrado desmatada entre 2002 e 2008: 17,5 mil km², seguido de Maranhão (14,8 mil km²) e Tocantins (12,1 mil km²).</p>
<p>Segundo a pesquisa, a expansão para estados do Norte e Nordeste (Bahia, Mato Grosso, Tocantins e Maranhão) no período, acompanha a extensão de atividades agropastoris, que eram mais comuns no Cerrado vindo do Sul e Sudeste (Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul e Goiás).</p>
<p>Fonte Agência Brasil</p>
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		<title>&#8221; El Niño&#8221; torna-se cada vez mais frequente</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 14:25:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[el nino]]></category>

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		<description><![CDATA[Os cientistas explicam que o aumento da força do El Niño ajudam a explicar o aumento da temperatura da superfície do oceano Pacífico, observada ao longo dos anos, e que alguns de seus efeitos são atribuídos ao aquecimento global. &#8220;Nosso estudo conclui que a tendência de aumento da temperatura a longo prazo, observada na região [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/el-nino.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15483" title="el nino" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/el-nino-280x175.jpg" alt="" width="280" height="175" /></a>Os cientistas explicam que o aumento da força do El Niño ajudam a explicar o aumento da temperatura da superfície do oceano Pacífico, observada ao longo dos anos, e que alguns de seus efeitos são atribuídos ao aquecimento global. &#8220;Nosso estudo conclui que a tendência de aumento da temperatura a longo prazo, observada na região central do oceano Pacífico é primordialmente atribuída a El Niños mais intensos e não a um aumento generalizado das temperaturas ambientais”, explica Lee.</p>
<p>Os resultados dessa pesquisa sugerem que as mudanças climáticas já estão interferindo no fenômeno do El Niño por mudarem o centro de ação da região leste para a região central do Pacífico, pois a mudança no padrão de ocorrência do El Niño causa impactos ambientais diferentes dos antes observados. O El Niño faz parte de um padrão de oscilações climáticas associadas aos componentes oceânicos (como temperaturas e correntes marinhas), ocorrendo no oceano pacífico em uma média a cada três ou cinco anos. Esse fenômeno climático possui grande impacto nas dinâmicas oceânicas e na atmosfera, assim como consequências socioeconômicas graves. Sua influência na temperatura global pode induzir maior frequência de tempestades, furações, secas e enchentes.</p>
<p>Os episódios clássicos do conhecido El Niño acontecem normalmente com a diminuição da intensidade dos ventos na região leste do Pacífico, o que acarreta na supressão do movimento natural de circulação das águas marinha, inibindo que águas mais frias subam à superfície, deixando mais quentes as águas superficiais na região das Américas. Nessas situações a água mais quente ocupa a máxima do aquecimento oceânico na região leste equatorial do Pacífico.</p>
<p>Porém, durante a década de 90, cientistas passaram a observar um novo tipo de EL Niño que agora está ocorrendo com maior frequência. Conhecido como “El Niño do Pacífico Central”, esse fenômeno diferencia-se por deslocar o centro de aquecimento das águas da região leste para a região central do Pacífico, e estudos recentes demonstram que esse cenário deve tornar-se mais frequente com o aumento da temperatura global e intensificação das mudanças climáticas.</p>
<p>Ainda são necessárias pesquisas mais aprofundadas sobre os impactos de todos os El Niños observados e sobre as mudanças climáticas que determinam sua força e sua periodicidade. De acordo com Lee, é importante diferenciar as variações naturais das variações induzidas por impactos humanos, como emissões de gases estufas para melhor prever e entender os El Niños e, principalmente o El Niño do Pacífico Central.</p>
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		<title>Incêndio Florestal</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 11:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[vale do rio doce]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao chegar o mês de agosto, ocorrências de incêndio em pastos e matas começam a ser cada vez mais freqüentes no dia-a-dia das Corporações Bombeiro Militar. Já neste mês foram registrados 7 focos de incêndio sendo o de maior proporção o ocorrido na madrugada de hoje. O 6° Batalhão recebeu a chamada de incêndio às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/DSC04280.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15202" title="DSC04280" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/DSC04280-280x209.jpg" alt="" width="280" height="209" /></a>Ao chegar o mês de agosto, ocorrências de incêndio em pastos e matas começam a ser cada vez mais freqüentes no dia-a-dia das Corporações Bombeiro Militar. Já neste mês foram registrados 7 focos de incêndio sendo o de maior proporção o ocorrido na madrugada de hoje.<br />
O 6° Batalhão recebeu a chamada de incêndio às 00:45 horas referente a um incêndio situado próximo a estrada de acesso a Usina de Asfalto, no bairro Atalaia, limite com o Pico da Ibituruna. O incêndio, considerado criminoso foi extinto por volta das 09:45 horas desta manhã. Com o uso de abafadores, água e outros equipamentos uma equipe de bombeiros apoiada por moradores locais e pela Polícia do Meio Ambiente debelaram o incêndio. A área atingida totalizou aproximadamente 40000m² de área verde queimada.<br />
Neste ano foi realizado em conjunto com a Vale do Rio Doce uma campanha contra as queimadas com o tema “Nesta época do ano, um pequeno descuido pode virar um grande problema. Evite queimadas.” A Corporação tem se preparado para estas eventuais ocorrências sempre estando em alerta e atendendo com maior rapidez possível a estas chamadas.<br />
“A atividade de combater incêndios florestais é complexa, seja por sua extensão ou por sua localização (encostas, morros, várzeas, precipícios e outros lugares de difícil acesso). Além de prejudicar a fauna e a flora, o incêndio florestal traz grandes malefícios à população atingida, podendo se propagar para indústrias, estabelecimentos comerciais e centros urbanos. A realização de queimadas em vegetação para limpeza de terrenos é proibida em tempos de estiagem e só podem ser feitas com autorização do órgão ambiental responsável e, mesmo assim, devem ser acompanhadas de cuidado como feitura de aceiro (espaçamento sem cobertura vegetal ou desbastado em volta das matas) para evitar a propagação das chamas. O aceiro deve ter, pelo menos, o dobro da vegetação mais alta da área a ser queimada.”</p>
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		<title>Visita a Jequitibá Centenário</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Aug 2010 00:59:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devair Guimarães de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ipatinga]]></category>
		<category><![CDATA[jequitibá centenário]]></category>
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		<description><![CDATA[Na manhã do dia 15 de agosto de 2010 militares do 2º Pelotão PM de Meio Ambiente “12ª Cia Ind Mat.” participaram de uma caminhada ecológica, envolvendo integrantes do grupo de jovens JUBAP (Jovens Unidos Buscando Amor e Paz), da Paróquia Cristo Redentor, e do CDDN (Centro de Defesa dos Direitos da Natureza). Os participantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Divulgação-a.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-15180" title="Divulgação a" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/Divulgação-a-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/jequitiba-a.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-15181" title="jequitiba a" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/jequitiba-a-210x280.jpg" alt="" width="210" height="280" /></a>Na manhã do dia 15 de agosto de 2010 militares do 2º Pelotão PM de Meio Ambiente “12ª Cia Ind Mat.” participaram de uma caminhada ecológica, envolvendo integrantes do grupo de jovens JUBAP (Jovens Unidos Buscando Amor e Paz), da Paróquia Cristo Redentor, e do CDDN (Centro de Defesa dos Direitos da Natureza).</p>
<p>Os participantes saíram da Rua Quebec, no Bairro Bethânia, e caminharam até as proximidades do loteamento Jardim Vitória, na saída de Ipatinga para Santana do Paraíso, onde aconteceu a Visita ao Jequitibá Centenário, árvore que possui cerca de 50 metros de altura e 06 metros de diâmetro.</p>
<p>A ação visa promover a consciência ambiental, garantindo a preservação do local onde se encontra do jequitibá. Durante o evento, foram abordadas questões afetas aos incêndios florestais, propensos nesses períodos críticos de seca, objetivando preveni-los. Ao final, nas imediações, foi realizado o plantio de uma árvore, conhecida como pau brasil, num ato prático a favor da conservação do meio ambiente.</p>
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