O Brasil e a segurança pública… Imposto sindical …

O Brasil e a segurança pública

*Juiz Barrado em Presídio* – *AMAFMG NOTÍCIAS*

Detentos do Presídio de Cruzeiro do Sul no Acre, fizeram motim, queimaram colchões, tocaram o horror na unidade prisional.

O estado chamou a PM e a PC para “tentar” resolver o problema acompanhados logicamente pela justiça e Direitos Humanos. Resultado? Não conseguiram resolver o problema, talvez justamente por causa desse “pequeno” empecilho, justiça e DH que estão mais interessados em “preservar” os direitos dos vagabundos do que da sociedade. _www.amafmg.com.br_

Pois bem! O estado, não satisfeito, resolveu chamar o EXÉRCITO BRASILEIRO. O exército Comandado pelo General José Eduardo interveio e começou a operação de varredura ao presídio. A justiça e os DH sob direção do Juiz Torquato, acostumado sempre a dar “carteirada” na PM, PC, BM etc. sob o pretexto de protegerem a integridade física de vagabundos, resolveu fazer o mesmo com o General de Exército. Resultado? FORAM BARRADOS.

O General lhes disse que “após” varredura e volta do reestabelecimento da lei e da ordem no Presídio, liberaria a entrada da justiça e dos DH.

Como resultado da operação o Exército Brasileiro conseguiu encontrar 400 objetos cortantes, 97 perfurantes, 31 barras de ferro, além de dois celulares.

Presídio voltou à normalidade, a justiça e os DH que adoram atrapalhar os trabalhos dos segmentos de Segurança não conseguiram seu intento, foram BARRADOS, e o país bate palmas para a ação do nosso glorioso EXÉRCITO BRASILEIRO.

Agora veja essa! O juiz e os DH não satisfeitos com a atitude corretíssima do General, resolveram juntar forças com a mídia (maioria vive protegendo vagabundos e falando mal da Polícia) e atacam o General com todas as forças visando denegrir a imagem do Exército e do General.

http://g1.globo.com/ac/cruzeiro-do-sul-regiao/noticia/juiz–e-barrado-durante-operacao-do-exercito-em-presidio-de–cruzeiro-do-sul-e-diz-que-ato-fere-o-poder-judiciario.ghtml

Muito bom. Parabéns a força de segurança pública e ao Exército Brasileiro também.

Quase metade das pessoas que sacaram FGTS usou dinheiro para consumo

Quase metade dos brasileiros que sacaram ou estão sacando recursos inativos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pretende usar ou usará a renda extra para consumo.

Segundo estudo feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), 47% usaram o dinheiro dessa forma. A maior parte, cerca de 35% desse total, pretende usar ou usaram o dinheiro para cobrir despesas do dia a dia.

“O fato de tantos consumidores usarem esse dinheiro extra para gastos frequentes do dia a dia é reflexo da dificuldade financeira do brasileiro que está com a renda menor. Fica o alerta para que o consumidor ajuste o seu padrão de vida para baixo, pois esse dinheiro extra é pontual e serve de alívio momentâneo”, disse a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Segundo o estudo, 35% dos trabalhadores estão usando ou usaram o dinheiro do FGTS inativo para quitar contas em atraso e 5% para abater pelo menos parte dessas dívidas. Ainda de acordo com a pesquisa, 12% das pessoas entrevistadas pretendem utilizar ou utilizaram esse dinheiro para antecipar o pagamento de contas não atrasadas, como prestações do carro e da casa.Uma estimativa feita pelas duas entidades apontou que, até a segunda quinzena de julho, cerca de R$ 13,7 bilhões foram injetados na economia para o pagamento de dívidas. A exectativa é que mais R$ 380 milhões sejam movimentados nos próximos meses com a mesma finalidade.

O estudo foi feito em 12 capitais, com 800 pessoas com idade igual ou superior a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais e a margem de confiança é de 95%.

Taxa de juros de pagamento mínimo do cartão cai para 230,4% em junho

A taxa de juros do rotativo do cartão de crédito para quem paga o valor mínimo da fatura caiu em junho. A taxa chegou a 230,4% ao ano no mês passado, com redução de 28,1 pontos percentuais em relação a maio, de acordo com dados divulgados dia (27) pelo Banco Central (BC).

Já a taxa cobrada dos consumidores que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura subiu 6,8 pontos, passando para 460,7% ao ano, em junho. Com isso, a taxa média da modalidade de crédito ficou em 378,3% ao ano, com alta de 0,4 ponto percentual em relação a maio.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. Desde abril, os consumidores que não conseguem pagar integralmente a fatura do cartão só podem ficar no crédito rotativo por 30 dias. A nova regra, fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em janeiro, obrigou as instituições financeiras a transferirem para o crédito parcelado, que tem taxas menores. A taxa do crédito parcelado caiu 1,8 ponto percentual para 157,8% ao ano, em junho.

Cheque especial: A taxa de juros do cheque especial ficou em 322,6 % ao ano, em junho, com redução de 2,5 pontos percentuais em relação a maio. A taxa média de juros para as famílias caiu 1,2 ponto percentual e ficou em 63,3% ao ano em junho. No caso das empresas, a taxa caiu 1,3 ponto percentual e foi para 24,8% ao ano.

A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas, ficou em 5,8%, com redução de 0,1 ponto percentual em relação a maio. No caso das pessoas jurídicas, a taxa chegou a 5,3%, com queda de 0,7 ponto percentual. Esses dados são do crédito livre. em que os bancos têm autonomia para aplicar dinheiro o captado no mercado.

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) a taxa de juros para as pessoas físicas caiu 0,5 ponto percentual, passando para 9,2% ao ano. A taxa cobrada das empresas subiu 0,4 ponto percentual para 11,7% ao ano. A inadimplência das famílias caiu 0,3 ponto percentual para 1,9 % e das empresas, ficou foi reduzida em 0,2 ponto percentual, chegando a 2%, em junho.

O saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos ficou em R$ 3,078 trilhões, com alta de 0,4%, no mês. Em 12 meses, houve retração de 1,6%. Em relação a tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB) , o volume correspondeu a 48,5%, com redução de 0,1 ponto percentual em relação a maio.

Moro pergunta: “por que partidos não expulsam seus membros que se envolveram em corrupção? ”

O juiz Sergio Moro fez a pergunta do título, no seguinte contexto:

“Tudo depende do poder público. Por que esses partidos não instauram apurações internas e expulsam os seus membros que se envolveram em corrupção?

(…) Pode ser feito no âmbito do Congresso, no âmbito da Comissão de Ética”. O Implicante, humildemente, arrisca um palpite. No Brasil, os partidos não servem a causas ou correntes ideológicas, mas sim a pessoas e grupos e, desse modo, quando exatamente essas pessoas ou grupos se encontram em maus lençóis, em vez de expulsar elas são defendidas pela agremiação que existe unicamente em função disso.

Talvez não seja uma resposta errada, não é mesmo?

Imposto sindical

Condsef/Fenadsef segue defendendo o direito de escolha e autonomia dos trabalhadores na decisão de como contribuir para manter sua representação sindical. Muitos trabalhadores comemoraram, por não ter mais que pagar a contribuição compulsória. O presidente da Força Sindical, em audiência junto ao presidente da república, requer uma medida provisória, para captarem uma nova forma de cobrança sindical. Porque não fazem uma pesquisa, a maioria vai dizer que não quer, entretanto, vamos ver se o governo Temer vai segurar esta, ele não tem nada a perder e, portanto, não deve aceitar chantagem de sindicatos ou partidos. Os brasileiros penam para trabalhar sete meses para pagar impostos e o governo da como retorno ao trabalhador filas, fila de hospital, fila no ônibus, fila em Uteís neonatal e outras tantas. No Rio de Janeiro, servidor público faz fila para receber cesta básica, para ter o que comer, o governo decreta mais um imposto dos combustíveis que em cascata tudo irá subir de preço.

A dificuldade para achar uma vaga nas ruas de Lajinha

As pessoas que visitam Lajinha a trabalho dizem que já passou da hora de resolver o problema.

Qual a dificuldade dos vereadores em elaborar uma lei? Quando será resolvido o problema de vagas para estacionamento? É a pergunta que se faz. Não é a primeira vez que falamos no assunto.

Aspectos legais do estacionamento pago em via pública: Zona Azul ou Faixa Azul. Devido ao grande número de veículos que circulam nas cidades, o simples ato de estacionar em via pública tornou-se uma via-crúcis. Os motoristas rodam por várias ruas, por longo tempo, para terem a sorte de acharem espaço livre para estacionar. Uma das causas dessa dificuldade em achar locais para estacionamento nas vias públicas, se deve ao fato de pessoas que trabalham e moram em regiões de maior densidade comercial, estacionam seus carros na via e ali o deixam durante todo o dia. Não há nenhuma ilegalidade no fato de a pessoa simplesmente estacionar o carro na via o dia inteiro. Contudo, a vaga para estacionamento em área de comércio não estaria atingindo a sua função social de forma plena. Afinal, as pessoas que precisam fazer negócios naquela área não terão onde estacionar. A ideia da Zona Azul ou Faixa Azul ou simplesmente estacionamento pago em via pública, surgiu da necessidade de se regulamentar a permanência em vagas de alta densidade comercial, como os centros das cidade e bairros de maior concentração de comércios e repartições públicas. Matéria completa na página 7.

As eleições do ano que vem já movimentam parlamentares

Todos estão ansiosos para ver o que irá acontecer ano que vem nas eleições, será uma das eleições mais importante da história do Brasil. Devido o número altíssimos de políticos envolvidos em crimes de corrupção, o resultado esperado por todos é que o povo preste mais atenção e pesquise sobre cada candidato, para não votar em candidato que não honraram a representação conferida pelos votos de seus eleitores.

A situação é muito pior que o povo imagina e complexa devido o paternalismo de algumas autoridades em defender esse ou aquele político, dizem que a coisa está pegando até para alguns integrantes da Polícia Federal e do Ministério Público, os últimos depoimentos dados ao juiz Sérgio Moro são estarrecedores. Palocci e Marcos Valério, vão dar o que falar. Para defender os pobres a lei é pesada, mas as mesmas leis para punir os poderosos são interpretadas de maneira diferente. Segundo muitos comentários, a revolta do povo é enorme muitos comentam que vão anular o voto, mas alguns políticos que são honestos pretendem fazer uma campanha de esclarecimento para que o povo saiba escolher melhor em quem votar, anular o voto pode beneficiar os maus políticos.

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