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	<title>JM1 - Jornal das Montanhas - Manhuaçu - MG &#187; estresse</title>
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	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeita sua inteligência.</description>
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		<title>Crítica dos pais é pior que bullying como causa de estresse infantil</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 17:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda muito longe do vestibular ou de iniciar a carreira profissional, cada vez mais crianças têm de lidar com o estresse, há pouco tempo considerado “doença de adulto”. Uma pesquisa da ISMA, associação internacional para prevenção e tratamento de estresse, apontou suas três principais causas entre crianças de 7 a 12 anos de idade. A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/10/images27.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-17130" title="images" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/10/images27.jpg" alt="" width="250" height="300" /></a>Ainda muito longe do vestibular ou de iniciar a carreira profissional, cada vez mais crianças têm de lidar com o estresse, há pouco tempo considerado “doença de adulto”. Uma pesquisa da ISMA, associação internacional para prevenção e tratamento de estresse, apontou suas três principais causas entre crianças de 7 a 12 anos de idade.</p>
<p>A surpresa é que o bullying, a prática de violência, humilhação e intimidação física ou psicológica entre crianças, não é a primeira causa. As críticas e desaprovações dos próprios pais – citadas por 63% das crianças consultadas – incomodam mais que bullying.</p>
<p>Em segundo, o excesso de tarefas na rotina é apontado por 56%. O bullying aparece em terceiro, com 41% das crianças reclamando do peer pressure (pressão dos colegas). “O bullying não é generalizado”, explica Ana Maria Rossi, psicóloga e diretora da unidade brasileira da ISMA. A pesquisa foi feita com 220 crianças do Rio Grande do Sul e de São Paulo.</p>
<p>Um dos motivos apontados pela especialista é o ambiente de brigas na família, que torna as crianças pouco comunicativas. Com o tempo, além da falta de expressão, chegam as dores de cabeça, de barriga e pouco ânimo para sair.“Os pais começam a ficar preocupados, mas ao levar os filhos aos pediatras, muitas vezes nenhuma causa clínica para o mal-estar é revelada”, afirma Ana Maria. “Após encaminhar a psicólogos, há casos que chegam a necessitar de medicação, para depressão ou para ansiedade.”</p>
<p>Uma das maneiras mais comuns de a criança mostrar que apresenta um problema de estresse é o que os psicólogos chamam de benefício secundário. Ao ser hostilizada no ambiente escolar por conta das roupas que veste ou de sua aparência, a criança passa a se queixar de dores, por vezes inexistentes. A reclamação faz com que elas possam escapar, por alguns dias, da escola.</p>
<p>“Alegar a dor faz com que elas evitem o lugar que as deixa tristes, conseguindo o que querem”, explica a psicóloga. “A criança é muito intuitiva, sabe como usar sua sensibilidade para manipular o adulto.”</p>
<p>Um dos usos do benefício secundário é o de fugir do acúmulo de atividades, muitas delas impostas pelos pais. “É importante ver o que a criança gosta. Se ela não é esportiva, para que colocá-la, ao mesmo tempo, em aula de natação, basquete e futebol?”, afirma Ana Maria. “Isso sobrecarrega os pequenos, muitas vezes eles odeiam a atividade, só não revelam isso verbalmente.”</p>
<p>Para Ana Paula Rossi, o mais importante para os pais é saber escutar os filhos. “Devem monitorar as notas dos filhos, estar por perto, deixar de inventar atividades para a criança simplesmente por medo de conviver com ela”, diz a especialista. “Quanto às mentiras, o melhor é tentar entender o porquê de o garoto usar o mecanismo de defesa, em vez de censurá-lo por isso.”</p>
<p>A psicóloga também afirma que os pais não devem ter medo de educar os filhos, cedendo às táticas de crianças muito mimadas para obter o que querem. “Para evitar um escândalo, muitas vezes os pais desviam da função de orientar, e isso é um desserviço à criança.”</p>
<p>“Nos Estados Unidos, essa é uma questão complicada, já vi muitos pais sendo censurados pelas pessoas ao tentarem passar autoridade às crianças em público”, diz Ana Maria. “De vez em quando, é muito mais fácil para o pai simplesmente dizer sim ao mimo.”</p>
<p>O outro extremo também não é o mais indicado. “O pai não deve ser irredutível quanto ao que o filho deve ou não fazer, a escolha precisa ser da criança”, diz Ana Maria.</p>
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		<title>Enfrentando o estresse do Trabalho</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Jan 2010 11:03:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Simone Castillo]]></category>
		<category><![CDATA[estresse]]></category>
		<category><![CDATA[simone castillo]]></category>

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		<description><![CDATA[Para enfrentar situações adversas no trabalho é preciso paciência e auto controle. Quem trabalha está sujeito à crises e estresse contínuo provocados pela pressão por resultados então é necessário que cada um tenha sua maneira de ultrapassar e sobreviver a tudo isso. Não existe uma receita mágica que faça com que o nervosismo desapareça ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para enfrentar situações adversas no trabalho é preciso paciência e auto controle.</p>
<p>Quem trabalha está sujeito à crises e estresse contínuo provocados pela pressão por resultados então é necessário que cada um tenha sua maneira de ultrapassar e sobreviver a tudo isso.</p>
<p>Não existe uma receita mágica que faça com que o nervosismo desapareça ou que passemos a encarar as coisas de maneira diferente.</p>
<p>Cada pessoa tem sua forma de pensar, de atuar e de enxergar as situações, isso muitas vezes não muda. O ser humano é assim.</p>
<p>Quem não gostaria de ter um trabalho super agradável, sem cobranças e pressão?</p>
<p>Mas isso não existe então dentro do que podemos fazer para sentir-nos mais fortes e confiantes para enfrentar os desafios estão algumas dicas:</p>
<p>- Dormir bem: as horas de sono necessárias variam de pessoa para pessoa, mas garanta as suas</p>
<p>- Comer bem: significa comer saudavelmente, alimentos de boa procedência e em quantidade normal, sem exageros</p>
<p>- Cultivar o bom humor: é preciso rir porque rir relaxa e importante também é rir de si mesmo em certas ocasiões</p>
<p>- Relacionar-se: Conviva com pessoas que você gosta e que agreguem valor em sua vida</p>
<p>- Pensar menos: Pense com menos profundidade nos problemas, na hora certa eles são resolvidos</p>
<p> - Atividade física: Alguma atividade física em sua vida é necessária, nem que seja levar o cachorro para passear</p>
<p>Quer motivação diária: Acesse o <a href="http://www.simonecastillo.com.br/blog" target="_blank">blog</a></p>
<p>Siga-nos no twitter: @sicastillo</p>
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