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	<title>JM1 - Jornal das Montanhas - Manhuaçu - MG &#187; haiti</title>
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	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeita sua inteligência.</description>
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		<title>ONU diz que punirá envolvidos em crimes sexuais no Haiti</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 11:45:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) reiterou seu compromisso de punir qualquer membro envolvido nos supostos crimes sexuais contra menores haitianos. Mariano Fernandez, chefe da missão, disse que “continuará a tomar medidas rigorosas para garantir, se for o caso, que os culpados sejam punidos.&#8221; Fernandez reagiu após a Organização das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/01/haitianos1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-42791" title="haitianos" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/01/haitianos1-280x203.jpg" alt="" width="280" height="203" /></a>A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) reiterou seu compromisso de punir qualquer membro envolvido nos supostos crimes sexuais contra menores haitianos. Mariano Fernandez,</p>
<p style="text-align: justify;">chefe da missão, disse que “continuará a tomar medidas rigorosas para garantir, se for o caso, que os culpados sejam punidos.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Fernandez reagiu após a Organização das Nações Unidas (ONU) anunciar ontem (23) que está investigando duas denúncias de abuso sexual infantil envolvendo membros da polícia da ONU no Haiti.</p>
<p style="text-align: justify;">A Minustah é uma missão temporária formada por militares brasileiros e de outras nacionalidades e tem como um dos objetivos atenuar o poder dos grupos organizados, denominados gangues urbanas. Com índices de</p>
<p style="text-align: justify;">violência e desemprego elevados, o Haiti sofre com as ações desses grupos.</p>
<p style="text-align: justify;">O país, considerado o mais pobre das Américas, enfrenta ainda dificuldades de reconstrução causadas pelo terremoto de 12 de janeiro de 2010, quando morreram mais de 220 mil pessoas, e o agravamento da</p>
<p style="text-align: justify;">epidemia de cólera.</p>
<p style="text-align: justify;">Políticamente, o país também vive uma fase delicada. Sem apoio no Parlamento, o presidente Michel Martelly tenta consolidar-se por meio do anúncio de ações isoladas. Porém, o histórico político do Haiti, de</p>
<p style="text-align: justify;">instabilidade e tensões, cria um ambiente de apreensão, segundo observadores brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Na semana que vem, a presidenta Dilma Rousseff estará no Haiti. Na visita, ela pretende intensificar a cooperação brasileira, ampliando as parcerias nas áreas de saúde &#8211; em conjunto com Cuba -, agricultura,</p>
<p style="text-align: justify;">capacitação profissional e apoio à construção da usina hidrelétrica sobre o Rio Artibonite, no Sul do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
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		<title>ONU apela para que comunidade internacional mantenha apoio ao Haiti</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 11:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, homenageou as mais de 200 mil pessoas que morrereram no terremoto do Haiti há dois anos. Para ele, é fundamental que a comunidade internacional mantenha o apoio econômico e financeiro ao país, pois a reconstrução ainda é um desafio para as autoridades haitianas, que enfrentam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/01/onu..jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-41712" title="onu." src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/01/onu.-280x186.jpg" alt="" width="280" height="186" /></a>O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, homenageou as mais de 200 mil pessoas que morrereram no terremoto do Haiti há dois anos. Para ele, é fundamental que a comunidade internacional mantenha o apoio econômico e financeiro ao país, pois a reconstrução ainda é um desafio para as autoridades haitianas, que enfrentam uma epidemia de cólera.</p>
<p style="text-align: justify;">No próximo dia 1º, a presidenta Dilma Rousseff estará em Porto Príncipe, capital haitiana. Na ocasião, ela pretende intensificar a cooperação brasileira ampliando as parcerias nas áreas de saúde – em conjunto com Cuba –, agricultura, capacitação profissional e o apoio à construção da usina hidrelétrica sobre o Rio Artibonite, no Sul do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Ban Ki-moon ressaltou os “importantes esforços” obtidos nos últimos dois anos para a reconstrução do país. Mas destacou, porém, que ainda há muitos haitianos que necessitam de ajuda internacional. “Por isso, faço novamente um apelo à comunidade internacional para manter esse apoio vital [ao Haiti]”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Ontem (11), Ban Ki-moon conversou com o presidente do Haiti, Michel Martelly. Por telefone, ele reiterou o compromisso da Organização das Nações Unidas (ONU) em continuar acompanhando o povo haitiano para um futuro “próspero e seguro”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 12 de janeiro de 2010 um terremoto de 7 pontos na escala de Richter afetou o Haiti. O país mais pobre das Américas foi brutalmente atingindo. Aproximadamente 220 mil pessoas morreram – inclusive brasileiros –, 310 mil ficaram feridas e pelo menos 1,5 milhão foram afetadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A comunidade internacional se preocupa porque dois anos depois, cerca de 500 mil pessoas vivem em campos de refugiados, 4,5 milhões sofrem com a escassez de alimentos e 60% da população estão sem trabalho, de acordo com as agências humanitárias da ONU.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
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		<title>Amorim diz que denúncia de agressão de militares no Haiti será investigada</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 19:06:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[agressao]]></category>
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		<description><![CDATA[O ministro da Defesa, Celso Amorim, disse hoje (16) que a denúncia de uma possível agressão de oito militares brasileiros contra dois civis haitianos já está sendo investigada.  &#8221;Hoje pela manhã eu estive com o comandante da Minustah [Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti], que está no Brasil, e pude obter dele [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/12/celso_amorim_sergio_dutti1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-39949" title="celso_amorim_sergio_dutti1" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/12/celso_amorim_sergio_dutti1-280x268.jpg" alt="" width="280" height="268" /></a>O ministro da Defesa, Celso Amorim, disse hoje (16) que a denúncia de uma possível agressão de oito militares brasileiros contra dois civis haitianos já está sendo investigada.</p>
<p style="text-align: justify;"> &#8221;Hoje pela manhã eu estive com o comandante da Minustah [Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti], que está no Brasil, e pude obter dele a informação que já há uma investigação em curso feita pela Organização das Nações Unidas [ONU] sobre o incidente. Então não vou me pronunciar sobre o que aconteceu exatamente porque será a investigação que vai apontar os caminhos&#8221;, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a assessoria do ministro, o comandante da Força de Paz da ONU no Haiti (Minustah), general Luiz Eduardo Ramos, disse ao chanceler que a política da missão é de tolerância zero com qualquer transgressão praticada pelos militares.</p>
<p style="text-align: justify;">A saída das tropas brasileiras no Haiti ainda não está definida. Para Amorim, essa questão tem que ser tratada sem precipitação. &#8220;Nós não podemos dar a impressão de que vamos nos eternizar no Haiti, porque isso não seria bom para o Haiti, mas ao mesmo tempo não podemos sair precipitadamente, deixando um trabalho incompleto&#8221;, declarou.</p>
<p style="text-align: justify;">O ministro participou de um evento no Centro Conjunto de Operações de Paz no Brasil, na Vila Militar, ao lado da ex-presidenta chilena Michelle Bachelet, comissária da ONU para Mulheres.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
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		<title>Chuvas no Haiti deixam pelo menos 28 mortos</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 12:33:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sem infraestrutura básica e com muitos moradores vivendo de forma improvisada desde o terremoto de 12 de janeiro de 2010, o Haiti passa por mais dificuldades. A chuva causou 28 mortes e seis desaparecimentos, além de estragar mais de 600 casas, em 22 municípios e na capital, Porto Príncipe. Pelo último balanço, divulgado pela Direção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_30922" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/06/chuva-rm-16.jpg"><img class="size-medium wp-image-30922" title="chuva-rm-16" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/06/chuva-rm-16-280x186.jpg" alt="" width="280" height="186" /></a><p class="wp-caption-text">Chuvas no Haiti deixam pelo menos 28 mortos e mais de 600 casas destruídas</p></div>
<p>Sem infraestrutura básica e com muitos moradores vivendo de forma improvisada desde o terremoto de 12 de janeiro de 2010, o Haiti passa por mais dificuldades. A chuva causou 28 mortes e seis desaparecimentos, além de estragar mais de 600 casas, em 22 municípios e na capital, Porto Príncipe.</p>
<p>Pelo último balanço, divulgado pela Direção da Proteção Civil (DPC) do Haiti, 667 casas foram parcialmente destruída, 41 vieram abaixo e mais de 700 famílias estão desalojadas. De acordo com as autoridades, 726 pessoas foram retiradas das regiões onde viviam para preservação de segurança.</p>
<p>Desde o ano passado, quando houve um terremoto de 7 graus na escala Richter, que matou mais de 220 mil pessoas e devastou o país, o Haiti se esforça para reconstruir a região. A comunidade internacional colabora no envio de recursos e especialistas. Porém, as dificuldades são complexas e amplas.</p>
<p>A maior parte da população ainda vive de forma improvisada, em barracões, até mesmo na capital. Os organismos públicos ainda não estão organizados e há problemas de saúde agravados com uma epidemia de cólera.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agência Brasil</p>
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