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	<title>JM1 - Jornal das Montanhas - Manhuaçu - MG &#187; jornalista</title>
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	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeita sua inteligência.</description>
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		<title>MPF pede que ameaça de morte a jornalista em Belo Monte seja investigada</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Dec 2011 19:43:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Ministério Público Federal (MPF) em Altamira (PA) vai pedir a investigação de uma denúncia de ameaça de morte sofrida por um jornalista do Movimento Xingu Vivo para Sempre, que reúne organizações sociais contrárias à construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu. Em depoimento ao MPF, o jornalista Ruy Sposati disse que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/12/belo-monte4-300x200-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-39614" title="belo-monte4-300x200 (1)" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/12/belo-monte4-300x200-1-280x186.jpg" alt="" width="280" height="186" /></a>O Ministério Público Federal (MPF) em Altamira (PA) vai pedir a investigação de uma denúncia de ameaça de morte sofrida por um jornalista do Movimento Xingu Vivo para Sempre, que reúne organizações sociais contrárias à construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Rio Xingu.</p>
<p style="text-align: justify;">Em depoimento ao MPF, o jornalista Ruy Sposati disse que foi ameaçado de morte, ontem (12), por dois homens que estavam em uma caminhonete enquanto ele acompanhava um grupo de trabalhadores demitidos da obra.</p>
<p style="text-align: justify;">O MPF encaminhou o caso para o Ministério Público Estadual do Pará e para a Corregedoria da Polícia Militar, porque, segundo depoimento do jornalista, o carro de onde saíram os autores da ameaça pertence à corporação.</p>
<p style="text-align: justify;">Sposati acompanhava um grupo de 80 trabalhadores demitidos da obra. De acordo com o Movimento Xingu Vivo para Sempre, as dispensas são uma retaliação às paralisações recentes dos trabalhadores durante a negociação por reajustes salariais. Em novembro, 140 trabalhadores foram demitidos de uma só vez.</p>
<p style="text-align: justify;">O Consórcio Construtor de Belo Monte (CCBM), responsável pela obra, informou que as demissões são parte “do movimento operacional normal” de uma obra do porte de Belo Monte. Segundo a assessoria do consórcio, todos os meses, trabalhadores são contratados e demitidos, mas o número de admissões tem superado o de dispensas. O empreendimento tem, hoje, cerca de 5 mil trabalhadores e deve chegar a 20 mil, em 2013.</p>
<p style="text-align: justify;">Movimentos sociais contrários à construção da usina organizam novas manifestações contra a hidrelétrica esta semana. Os protestos devem acontecer em oito cidades de sete estados, entre os dias 15 e 17. Desta vez, as manifestações vão reforçar a campanha que tem como slogan &#8220;Belo Monte: com Meu Dinheiro Não!”, lançada pelo Movimento Xingu Vivo para Sempre, na última semana. A campanha pede para a sociedade pressionar os bancos a não financiarem o projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
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		<title>Dilma quer internet sem fio de graça</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 19:58:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A presidenta Dilma Rousseff quer que os aeroportos brasileiros ofereçam o serviço de internet sem fio, gratuitamente, até o final de julho. O serviço será implantado primeiro nos grandes aeroportos. A informação é da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman. “A presidenta Dilma quer internet gratuita nos aeroportos. Se não der no início [do mês], [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/06/DILMA-PRESIDENTE11.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-31556" title="DILMA-PRESIDENTE1" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/06/DILMA-PRESIDENTE11-280x173.jpg" alt="" width="280" height="173" /></a> A presidenta Dilma Rousseff quer que os aeroportos brasileiros ofereçam o serviço de internet sem fio, gratuitamente, até o final de julho. O serviço será implantado primeiro nos grandes aeroportos. A informação é da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman.</p>
<p>“A presidenta Dilma quer internet gratuita nos aeroportos. Se não der no início [do mês], queremos pelo menos que pegue o final de julho”, disse a ministra hoje (27) em conversa com jornalistas no Palácio do Planalto.</p>
<p>O governo está elaborando um plano a ser implementado nos aeroportos também no mês de julho, período em que a movimentação aumenta nos terminais em função das férias escolares. A intenção é evitar problemas como grandes atrasos nos voos e overbooking (venda de passagens acima da capacidade dos voos). “Temos que ter bom gerenciamento da nossa malha aérea. A presidenta Dilma quer receber relatórios com análise circunstanciada dos voos com grandes atrasos”, disse a ministra.</p>
<p>O plano deve ser finalizado até o começo da próxima semana e está sendo elaborado com a participação da Secretaria de Aviação Civil e da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).</p>
<p>Gleisi destacou a responsabilidade da Infraero em garantir o bom atendimento aos passageiros. “A Infraero tem que ser responsável pela população que utiliza os aeroportos”. A ministra disse que o governo quer também analisar as condições de tomadas para computadores, escadas rolantes e banheiros.</p>
<p>Nesta tarde, a presidenta Dilma Rousseff reúne-se com o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencout, para discutir o plano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Reportagens sobre igualdade racial poderão concorrer a prêmio</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 12:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Reportagens sobre igualdade racial poderão concorrer a prêmio que leva nome de jornalista e ativista negro.  Reportagens sobre temas relacionados à população negra podem ser inscritas até 19 de agosto no 1º Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento, que vai contemplar as melhores coberturas em sete categorias. O prêmio foi lançado na última terça-feira (10), no Sindicato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/05/20110324220721769993a.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-29330" title="20110324220721769993a" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/05/20110324220721769993a-280x215.jpg" alt="" width="280" height="215" /></a>Reportagens sobre igualdade racial poderão concorrer a prêmio que leva nome de jornalista e ativista negro.  Reportagens sobre temas relacionados à população negra podem ser inscritas até 19 de agosto no 1º Prêmio Nacional Jornalista Abdias Nascimento, que vai contemplar as melhores coberturas em sete categorias. O prêmio foi lançado na última terça-feira (10), no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro. Abdias, ativista histórico da luta contra o racismo, ex-deputado federal e ex-senador, foi representado pela esposa Elisa Larkin Nascimento. Aos 97 anos, ele se encontra internado no Hospital dos Servidores do Estado (HSE), na zona portuária do Rio. “Esse prêmio é uma oportunidade para corrigirmos uma situação de profundo desequilíbrio em todas as áreas da imprensa, que resulta na falta de informações sobre a desigualdade racial”, afirmou Elisa, diretora do Instituto de Estudos e Pesquisas Afro-Brasileiros (Ipeafro), fundado em 1981. A entidade é uma das patrocinadoras do prêmio, iniciativa da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-Rio). Além de homenagear um ícone no combate ao racismo no Brasil, o prêmio simboliza, para seus criadores, o reconhecimento de uma nova era no jornalismo brasileiro, marcada pela democratização e pluralidade de temas. “A partir de 2001, com a realização da Conferência Mundial contra o Racismo, na África do Sul, o Brasil vem amadurecendo a abordagem dos temas relacionados à população negra, como a política de ações afirmativas. Esse amadurecimento tornou possível um prêmio como esse”, disse a jornalista Angélica Basthi, coordenadora da Cojira-Rio. Nascido em 1914, em Franca (SP), Abdias Nascimento começou cedo sua luta pela igualdade racial. “Em 1936, ele foi preso por protestar contra a exigência de entrar numa boate da capital paulista pela porta dos fundos, por ser negro”, lembra a esposa Elisa. Em 1944, já vivendo no Rio de Janeiro, ele fundou o Teatro Experimental do Negro. Marco na luta pela cidadania do artista negro, o grupo contribuiu para a formação profissional de dezenas de atores. O jornal Quilombo, criado por Abdias em 1947, já abordava questões que só bem mais tarde foram concretizadas em políticas públicas no Brasil, como recorda Elisa Nascimento. “O jornal lutava por reivindicações que haviam sido apresentadas na Assembleia Constituinte de 1945, como a questão da igualdade racial e a ideia de ações afirmativas, que somente agora vemos acontecer de verdade no Brasil”. Jornalista, escritor, dramaturgo e artista plástico, o ativista sofreu pressões durante a ditadura militar e se exilou por 13 anos nos Estados Unidos. De volta ao Brasil, Abdias Nascimento ingressou na vida política, tendo sido deputado federal, nos anos 80, e senador, de 1997 a 1999. As categorias contempladas pelo prêmio são mídia impressa; televisão; rádio; internet; mídia alternativa ou comunitária; fotografia e especial de gênero. Entre os assuntos sugeridos para as matérias que poderão concorrer à premiação estão saúde da população negra, intolerância religiosa, juventude negra, ações afirmativas, empreendedorismo, desigualdades, direitos humanos, relações raciais, políticas públicas, comunidades tradicionais e discriminação racial. A cerimônia de premiação será realizada em novembro, no Rio de Janeiro, em local e data ainda a serem confirmados. O vencedor de cada categoria receberá R$ 5 mil. Maiores informações podem ser obtidas no site do prêmio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Comissão de Direitos Humanos do Senado discute violência contra jornalistas</title>
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		<pubDate>Tue, 03 May 2011 12:14:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devair G. Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<description><![CDATA[No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, comemorado nesta terça-feira (3/5), a Comissão de Direitos Humanos do Senado promove audiência pública para discutir a violência contra jornalistas. Será às 9h na sala 2 da Ala Nilo Coelho. No requerimento do debate, o senador Paulo Paim (PT-RS), que preside a comissão, ressalta a necessidade de defender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/05/senado.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-28686" title="Senado empossa 37 eleitos e 17 reeleitos para mandato atÃ© 2019" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/05/senado-280x205.jpg" alt="" width="280" height="205" /></a>No Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, comemorado nesta terça-feira (3/5), a Comissão de Direitos Humanos do Senado promove audiência pública para discutir a violência contra jornalistas. Será às 9h na sala 2 da Ala Nilo Coelho.</p>
<p>No requerimento do debate, o senador Paulo Paim (PT-RS), que preside a comissão, ressalta a necessidade de defender a liberdade de imprensa.</p>
<p>Entre os convidados está o repórter fotográfico Victor Antônio Soares Filho. No dia 30 de março, durante diligência da Polícia Federal (PF) no Setor de Indústrias Gráficas de Brasília, ele foi espancado e ameaçado de morte. O caso está sendo investigado pela PF. Outro convidado é o jornalista da Empresa Brasil de Comunicação (EBC) Corban Costa, que foi preso em fevereiro pela forças do então ditador egípcio, Hosni Mubarack, ao chegar ao país para fazer a cobertura das manifestações contra o governo.</p>
<p>Correio Braziliense</p>
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