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	<title>JM1 - Jornal das Montanhas - Manhuaçu - MG &#187; onu</title>
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	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeitamos sua inteligência.</description>
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		<title>Irã terá de informar agência e ONU sobre transferência de urânio.</title>
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		<pubDate>Tue, 18 May 2010 11:18:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – Um documento com dez itens foi a base do acordo de transferência de urânio firmado hoje (17) em Teerã entre os governos do Brasil, do Irã e da Turquia. Pelo acordo, o Irã vai enviar à Turquia 1,2 mil quilos de urânio enriquecido a 3,5%, em troca de 120 quilos de urânio enriquecido a 20%. No documento, o governo do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, compromete-se a informar sobre o processo à Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) e a buscar negociar com o Conselho de Segurança das Nações Unidas.</p>
<p>A disposição de Ahmadinejad ocorre no momento em que os Estados Unidos – que integram o Conselho de Segurança como membro permanente – pressionam pela adoção de sanções contra o Irã por suspeitar que seu programa nuclear esconda a produção de armas atômicas.</p>
<p>Segundo informações da agência iraniana de notícias, a Irna, o acordo reitera o compromisso de não proliferação de armas logo no primeiro item. Esse compromisso</p>
<p>inclui o direito de desenvolver pesquisa, a produção e utilização da energia nuclear, com o chamado ciclo do combustível nuclear e atividades de enriquecimento &#8211; para fins pacíficos.</p>
<p> No segundo item, o governo do Irã informa estar convencido de que o acordo é o início de uma nova “proposta positiva e construtiva, em uma atmosfera de não confronto que conduz a uma era de interação e cooperação”. No parágrafo seguinte, os iranianos afirmam que a troca de urânio levemente enriquecido pelo produto enriquecido a 20% “é fundamental para o lançamento da cooperação em diferentes áreas”, como a construção de reatores nucleares.</p>
<p>Em seguida, no quarto parágrafo, o governo iraniano diz que o acordo é o ponto de partida para a “cooperação e uma mudança positiva e construtiva” na comunidade internacional. No item seguinte, os iranianos afirmam que o urânio enriquecido na Turquia será de propriedade do Irã, mas submetido a inspetores internacionais.</p>
<p>No sexto parágrafo, o Irã se compromete a informar a Aiea, por escrito e pelos canais oficiais, sobre o acordo em um prazo de sete dias. No item seguinte, há detalhes sobre o envio de 1,2 mil quilos de urânio levemente enriquecido em território turco. No oitavo parágrafo, o Irã exige que sejam adotadas garantias e respeitados os termos do acordo.</p>
<p>Depois, no nono parágrafo, os governos da Turquia e do Brasil manifestam confiança nas negociações entre o Irã e o chamado grupo dos países 5 +1 – que reúne os cinco integrantes do Conselho de Segurança das Nações Unidas: Estados Unidos, Rússia, China, França e Inglaterra, além da Alemanha.</p>
<p>Por fim, no décimo e último item, os governos da Turquia e do Brasil elogiam os compromissos firmados no acordo e os esforços realizados para alcançá-lo. Em contrapartida, o governo do Irã informa que “também avalia os esforços construtivos de países amigos, Turquia e Brasil, criando o ambiente propício para a realização dos direitos nucleares do Irã”.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil.</p>
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		<title>740 mil pessoas morrem todos os anos por causa de armas de fogo</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 19:08:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília – Pelo menos 740 mil pessoas morrem todos os anos por causa de armas de fogo, são cerca de 2 mil mortes diárias. Para o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), a violência armada ameaça o cumprimento das Metas do Milênio, fixadas por 108 países. O alerta foi feito hoje (12) durante uma série de discussões sobre o assunto envolvendo autoridades e representantes de entidades civis de 60 países, em Genebra, na Suíça.<br />
Pelas estimativas das Nações Unidas, há cerca de 875 milhões de armas pequenas e armamentos leves em circulação no mundo e na sua maioria em mãos de civis. Os dados do Pnud indicam ainda que 60% dos homicídios envolvem os chamados armamentos de pequeno porte. Mais da metade desta armas é legal, dizem as autoridades.<br />
Para o Pnud, as ameaças se concentram em 34 países onde há conflitos permanentes e persistência de números elevados de criminalidade. De acordo com o Banco Mundial, o combate à circulação de armas de fogo deve ser implementado com os programas para erradicação da pobreza e fome, além da melhoria da qualidade de serviços de saúde pública.<br />
Durante as discussões, as autoridades da Organização das Nações Unidas (ONU) advertiram que a violência armada é a responsável pela destruição de vidas e meios de subsistência, além de causar de forma permanente insegurança e dificuldades.<br />
Os especialistas das Nações Unidas afirmaram que as conclusões da conferência, realizada hoje na Suíça, serão re-encaminhadas para o processo de revisão das Metas do Milênio 2010, que ocorrerá nos Estados Unidos. Na ocasião, os líderes mundiais vão se reunir para avaliar o progresso, identificar as falhas e estabelecer compromissos para concretizar uma agenda visando a realização das metas.<br />
“A violência armada tem um efeito devastador sobre o progresso do desenvolvimento [de uma região]”, disse a administradora internacional do Pnud, Helen Clark. “A vida normal é fortemente perturbadora pois os cidadãos são afetados pela insegurança e no acesso aos serviços básicos e modos de vida. A comunidade internacional pode se mobilizar para deter a proliferação e o uso das armas que alimentam a violência.”<br />
Em junho de 2006, 42 países lançaram a Declaração de Genebra sobre Violência Armada e Desenvolvimento. A ideia é reduzir os casos de violência armada até 2015. Em março, 108 Estados assinaram a declaração. Com base no trabalho da Declaração de Genebra, as Nações Unidas e o governo da Noruega atuam em parceria com os demais signatários do documento para assegurar o cumprimento dos compromissos.</p>
<p>FONTE: Agência Brasil</p>
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		<title>Países terão que acertar novo plano para conservação da biodiversidade.</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 11:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/05/paises.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-12512" title="paises" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/05/paises.jpg" alt="" width="250" height="264" /></a>Brasília &#8211; Relatório divulgado hoje (10) pela Organização das Nações Unidas (ONU) mostra que o mundo está falhando no cumprimento das metas de reduzir significativamente as perdas de biodiversidade. A saída, de acordo com o diretor de Conservação da Secretaria de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Braulio Dias, será acertar um novo plano estratégico para o planeta, com novos prazos e garantia de recursos para implementação dos compromissos.</p>
<p>Em outubro, os países signatários da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) farão um balanço do andamento das metas durante a 10ª Conferência da CDB, a COP-10, em Nagoia, no Japão. “A COP vai tomar a decisão sobre o que fazer.”</p>
<p>Entre os motivos para o fracasso mundial na preservação da biodiversidade, Dias citou a falta de recursos financeiros para atingir as metas e falhas na redução dos mecanismos de pressão, como o desmatamento e a caça predatória.</p>
<p>“Esperamos um novo plano ambicioso, mas ao mesmo tempo factível, e que tenha garantias dos meios de implementação: recursos financeiros, transferência de tecnologia, intercâmbio de experiências e capacitação”, listou.</p>
<p>O diretor reconhece que o Brasil está entre os países que não conseguirão honrar o compromisso assinado em 2002, mas pondera que o país avançou nos últimos anos na redução do desmatamento da Amazônia e na ampliação de áreas preservadas.</p>
<p>“A falha não é só do Brasil, é coletiva, de todos os países do mundo. O Brasil está relativamente melhor porque pelo menos conseguiu alguns grandes avanços, mas isso não alivia nossa responsabilidade de uma implementação mais plena dessas metas”, reconheceu.</p>
<p>Apesar da tendência de queda do desmatamento verificada desde 2004, a Amazônia brasileira é citada no documento da ONU como um dos dos ecossistemas ameaçados de atingir o chamado &#8220;ponto sem volta&#8221; – com perdas irreversíveis para a biodiversidade.</p>
<p>“Existem problemas sérios de criar meios de subsistência de forma mais digna com exploração da biodiversidade local. A floresta não vai ficar em pé se não definirmos meios que garantam maior renda para as populações que vivem na Amazônia”, argumentou Dias.</p>
<p> Fonte: Agência Brasil.</p>
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		<title>Economias mundiais podem ser afetadas.</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 20:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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<div id="attachment_12493" class="wp-caption alignleft" style="width: 290px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/05/queimada_amazonia2.jpg"><img class="size-medium wp-image-12493 " title="queimada_amazonia2" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/05/queimada_amazonia2-280x185.jpg" alt="" width="280" height="185" /></a><p class="wp-caption-text">Floresta Amazônica depois da queimada</p></div>
<p>Brasília – A economia mundial está ameaçada pela destruição dos ecossitemas do planeta, conclui o 3º Panorama Global de Biodiversidade (Global Biodiversity Outlook ou GBO-3, na sigla em inglês), relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado hoje (10). O documento aponta que vários ecossistemas podem estar próximos de sofrer mudanças irreversíveis de tal maneira que ficarão inúteis à humanidade.<br />
As informações são da BBC Brasil. A Amazônia é citada como um dos ecossistemas ameaçados de atingir o chamado “ponto sem volta”. Recentemente o governo brasileiro divulgou que há uma tendência de redução das taxas de desmatamento a partir da execução de projetos específicos, que preveem a diminuição de 80% no desmatamento até 2020 em relação à média registrada entre 1996 e 2005.<br />
De acordo com o relatório das Nações Unidas, estão próximos do desaparecimento rápido as florestas, assim como há uma tendência de proliferação de algas em rios e a morte generalizada de corais. Pelos cálculos da ONU, a perda anual de florestas custa entre US$ 2 trilhões e US$ 5 trilhões, um número muito maior que os prejuízos causados pela recente crise econômica mundial.<br />
O cálculo foi feito com base nos valores estipulados em um projeto chamado Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (EEB) para serviços prestados pela natureza, como a purificação da água e do ar, a proteção de regiões litorâneas de tempestades e a manutenção da natureza para o ecoturismo.<br />
“Muitas economias continuam cegas ao enorme valor da diversidade de animais, plantas e outras formas de vida e ao seu papel no funcionamento de ecossistemas saudáveis”, disse o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Achim Steiner. “A humanidade criou a ilusão de que, de alguma forma, é possível se virar sem biodiversidade, ou de que isso é periférico no mundo contemporâneo.”<br />
Pelo relatório da ONU, citando o Banco Mundial, se a Amazônia perder 20% de sua cobertura original, em 2025, certas partes da floresta entrariam em um ciclo de desaparecimento agravado por problemas como mudanças climáticas, queimadas e incêndios. No entanto, o Brasil também é citado como exemplo no que diz respeito à criação de áreas de proteção ambiental.<br />
&#8220;Alguns poucos países tiveram uma contribuição desproporcional para a expansão da rede global de áreas protegidas (que, segundo o relatório cresceu 57%): dos 700 mil quilômetros quadrados transformados em áreas de proteção desde 2003, quase três quartos ficam no Brasil, em grande parte, resultado do Programa de Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa).&#8221;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil.</p>
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