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	<title>JM1 - Jornal das Montanhas - Manhuaçu - MG &#187; onu</title>
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	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeita sua inteligência.</description>
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		<title>ONU declara fim do estado de fome severa na Somália</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:23:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou hoje (3) o fim do estado de fome severa na Somália, na África. A entidade informou que as colheitas e a ajuda humanitária contribuíram para melhorar a situação na região. Porém há, ainda, 2,3 milhões de pessoas que precisam de ajuda urgente. “[Mas] a crise não acabou&#8221;, alertou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/02/somalia-crise.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-43230" title="somalia-crise" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/02/somalia-crise-280x157.jpg" alt="" width="280" height="157" /></a>A Organização das Nações Unidas (ONU) declarou hoje (3) o fim do estado de fome severa na Somália, na África. A entidade informou que as colheitas e a ajuda humanitária contribuíram para melhorar a situação na região. Porém há, ainda, 2,3 milhões de pessoas que precisam de ajuda urgente. “[Mas] a crise não acabou&#8221;, alertou o novo diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), o brasileiro José Graziano, durante uma conferência em Nairobi.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Os resultados são frágeis e regredirão, se o apoio não continuar&#8221;, disse o coordenador de Assuntos Humanitários das Nações Unidas para a Somália, Mark Bowden. &#8220;Milhões de pessoas continuam precisando de comida, água limpa, abrigo.”</p>
<p style="text-align: justify;">O último relatório da Unidade de Nutrição e Segurança Alimentar na Somália informa que o número de pessoas em situação de emergência humanitária caiu de 4 milhões para 2,3 milhões &#8211; o que representa 31% da população da Somália.</p>
<p style="text-align: justify;">O estado de fome severa, declarado pela ONU, atingia seis regiões da Somália e envolvia 750 mil pessoas com risco de morrer devido à falta de alimentos. Pelos critérios das Nações Unidas, a fome severa é decretada em uma área na qual 20% da população sofrem com a falta de alimentos e 30% são vítimas de má nutrição e a taxa de mortalidade é de mais de duas pessoas em cada 10 mil por dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
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		<title>ONU diz que punirá envolvidos em crimes sexuais no Haiti</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 11:45:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<description><![CDATA[A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) reiterou seu compromisso de punir qualquer membro envolvido nos supostos crimes sexuais contra menores haitianos. Mariano Fernandez, chefe da missão, disse que “continuará a tomar medidas rigorosas para garantir, se for o caso, que os culpados sejam punidos.&#8221; Fernandez reagiu após a Organização das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/01/haitianos1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-42791" title="haitianos" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/01/haitianos1-280x203.jpg" alt="" width="280" height="203" /></a>A Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) reiterou seu compromisso de punir qualquer membro envolvido nos supostos crimes sexuais contra menores haitianos. Mariano Fernandez,</p>
<p style="text-align: justify;">chefe da missão, disse que “continuará a tomar medidas rigorosas para garantir, se for o caso, que os culpados sejam punidos.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Fernandez reagiu após a Organização das Nações Unidas (ONU) anunciar ontem (23) que está investigando duas denúncias de abuso sexual infantil envolvendo membros da polícia da ONU no Haiti.</p>
<p style="text-align: justify;">A Minustah é uma missão temporária formada por militares brasileiros e de outras nacionalidades e tem como um dos objetivos atenuar o poder dos grupos organizados, denominados gangues urbanas. Com índices de</p>
<p style="text-align: justify;">violência e desemprego elevados, o Haiti sofre com as ações desses grupos.</p>
<p style="text-align: justify;">O país, considerado o mais pobre das Américas, enfrenta ainda dificuldades de reconstrução causadas pelo terremoto de 12 de janeiro de 2010, quando morreram mais de 220 mil pessoas, e o agravamento da</p>
<p style="text-align: justify;">epidemia de cólera.</p>
<p style="text-align: justify;">Políticamente, o país também vive uma fase delicada. Sem apoio no Parlamento, o presidente Michel Martelly tenta consolidar-se por meio do anúncio de ações isoladas. Porém, o histórico político do Haiti, de</p>
<p style="text-align: justify;">instabilidade e tensões, cria um ambiente de apreensão, segundo observadores brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Na semana que vem, a presidenta Dilma Rousseff estará no Haiti. Na visita, ela pretende intensificar a cooperação brasileira, ampliando as parcerias nas áreas de saúde &#8211; em conjunto com Cuba -, agricultura,</p>
<p style="text-align: justify;">capacitação profissional e apoio à construção da usina hidrelétrica sobre o Rio Artibonite, no Sul do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
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		<title>ONU cobra de Obama o fechamento da prisão de Guantánamo</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 16:28:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A alta-comissária para os Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), Navi Pillay, cobrou hoje (23) do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o fechamento da polêmica prisão de Guantánamo – localizada em uma base naval em território cubano. Segundo ela, há um ano, Obama prometeu fechar o presídio. “[Apesar da promessa de Obama] [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/01/prisão-de-Guantanamo-1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-42722" title="prisão-de-Guantanamo-1" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/01/prisão-de-Guantanamo-1-280x175.jpg" alt="" width="280" height="175" /></a>A alta-comissária para os Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), Navi Pillay, cobrou hoje (23) do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, o fechamento da polêmica prisão de Guantánamo – localizada em uma base naval em território cubano. Segundo ela, há um ano, Obama prometeu fechar o presídio.</p>
<p style="text-align: justify;">“[Apesar da promessa de Obama] a prisão continua a existir e indivíduos permanecem detidos arbitrariamente e indefinidamente em uma clara violação do direito internacional”, disse Pillay, lembrando que, em 2011, Obama disse que tinha o compromisso de fechar o presídio durante discurso anual no Congresso norte-americano.</p>
<p style="text-align: justify;">Pillay se disse “profundamente decepcionada” com o que classificou de “o fracasso dos Estados Unidos em encerrarem a prisão de Guantánamo”. “[Estou] incomodada com a incapacidade de encontrar os responsáveis pelas graves violações dos direitos humanos, incluindo tortura, que lá [em Guantánamo] ocorreram”, ressaltou.</p>
<p style="text-align: justify;">Construída em 2002, a prisão de Guantánamo reúne cinco prédios e várias denúncias de violações de direitos humanos. Há acusações sobre humilhações e tortura de militares com os detentos. Muitos dos presos são muçulmanos que também sofrem restrições à cultura religiosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
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		<title>ONU apela para que comunidade internacional mantenha apoio ao Haiti</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 11:16:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/01/onu..jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-41712" title="onu." src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2012/01/onu.-280x186.jpg" alt="" width="280" height="186" /></a>O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, homenageou as mais de 200 mil pessoas que morrereram no terremoto do Haiti há dois anos. Para ele, é fundamental que a comunidade internacional mantenha o apoio econômico e financeiro ao país, pois a reconstrução ainda é um desafio para as autoridades haitianas, que enfrentam uma epidemia de cólera.</p>
<p style="text-align: justify;">No próximo dia 1º, a presidenta Dilma Rousseff estará em Porto Príncipe, capital haitiana. Na ocasião, ela pretende intensificar a cooperação brasileira ampliando as parcerias nas áreas de saúde – em conjunto com Cuba –, agricultura, capacitação profissional e o apoio à construção da usina hidrelétrica sobre o Rio Artibonite, no Sul do país.</p>
<p style="text-align: justify;">Ban Ki-moon ressaltou os “importantes esforços” obtidos nos últimos dois anos para a reconstrução do país. Mas destacou, porém, que ainda há muitos haitianos que necessitam de ajuda internacional. “Por isso, faço novamente um apelo à comunidade internacional para manter esse apoio vital [ao Haiti]”, disse.</p>
<p style="text-align: justify;">Ontem (11), Ban Ki-moon conversou com o presidente do Haiti, Michel Martelly. Por telefone, ele reiterou o compromisso da Organização das Nações Unidas (ONU) em continuar acompanhando o povo haitiano para um futuro “próspero e seguro”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 12 de janeiro de 2010 um terremoto de 7 pontos na escala de Richter afetou o Haiti. O país mais pobre das Américas foi brutalmente atingindo. Aproximadamente 220 mil pessoas morreram – inclusive brasileiros –, 310 mil ficaram feridas e pelo menos 1,5 milhão foram afetadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A comunidade internacional se preocupa porque dois anos depois, cerca de 500 mil pessoas vivem em campos de refugiados, 4,5 milhões sofrem com a escassez de alimentos e 60% da população estão sem trabalho, de acordo com as agências humanitárias da ONU.</p>
<p style="text-align: justify;">Agência Brasil</p>
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