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	<title>JM1 - Jornal das Montanhas - Manhuaçu - MG &#187; profissão</title>
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	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeita sua inteligência.</description>
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		<title>Campanha mostra importância dos profissionais do Corpo de Bombeiros Militar</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 17:41:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/07/DSC07761.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-33353" title="DSC07761" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/07/DSC07761-280x210.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a> Orgulho pela profissão. Este é o sentimento demonstrado pelos bombeiros militares que trabalham na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves por meio dos painéis expostos no 5º andar do prédio Minas. No local, estão expostas fotografias que revelam um pouco do cotidiano de profissionais que fizeram da arte de salvar vidas o seu meio de ganhar a própria vida. A estratégia faz parte do lançamento de uma campanha de valorização profissional intitulada “Orgulho de ser Bombeiro” e faz parte das comemorações do Centenário do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), que acontecerá no dia 31 de agosto.</p>
<p>A campanha começou a ser desenvolvida no mês de março, com a criação dos painéis, contendo frases e imagens que retratam as atividades operacionais da corporação. As frases reforçam ideias como a da responsabilidade social e ambiental, valorização da vida e do ser humano, qualidade no atendimento, evolução, capacitação e modernidade. As fotos são do cabo Zênio Souza, da Polícia Militar e foram feitas com os próprios bombeiros que executam as atividades. “É uma emoção ajudar a contar esta história. Quando o Corpo de Bombeiros completar outros 100 anos, as pessoas se lembrarão desses painéis”, diz.</p>
<p>Satisfação</p>
<p>A exposição pretende resgatar valores e características dos bombeiros já reconhecidas pela população, mas que nem sempre são percebidas pelos próprios colegas, segundo conta a capitão Jordana, chefe da Seção de Marketing do CBMMG. “Queremos retratar a realidade de quem está no dia a dia operacional e enfatizar nossa satisfação por fazermos parte de uma instituição que tem 98% de credibilidade junto à população”, afirma.</p>
<p>A aprovação veio por parte dos próprios bombeiros retratados nas imagens. Para a cabo Gislene, da Assessoria de Assistência à Saúde do CBMMG, além de valorização, a campanha tornou o ambiente mais humano, leve e descontraído. O sargento Fábio Cândido, da Diretoria de Ensino da corporação, conta que ver seu trabalho de salvar vidas, desenvolvido há 25 anos, ser eternizado nas fotos é uma motivação para melhorar a cada dia.</p>
<p>A emoção foi compartilhada também por quem não veste a farda, mas que reconhece o exemplo de dedicação. “Os bombeiros acertaram ao promover uma campanha que valoriza o seu público interno, afinal, ele é o principal agente de mudança”, comenta a servidora estadual Márcia Vasconcelos.</p>
<p>Interior</p>
<p>A campanha “Orgulho de Ser Bombeiro”, vai chegar a todas as unidades do Corpo de Bombeiros do interior por meio de banners que serão distribuídos para os locais. Está prevista ainda a criação de outras peças publicitárias, como telas de computador, agenda, calendário e folhetos de prevenção.</p>
<p>A programação das comemorações do Centenário do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais inclui diversas outras atividades internas e também voltadas para a população. A programação completa pode ser acompanhada no portal dos bombeiros, o endereço é www.bombeiros.mg.gov.br.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agência Minas</p>
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		<title>Glória Menezes sinônimo de sucesso</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 20:38:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nilcedes Soares Magalhães Sobrinho achou que seu nome não era bom o suficiente para uma atriz fazer sucesso no Brasil e adotou Glória Menezes. Deu certo! Uma das damas da dramaturgia nacional, a estrela encontrou na profissão o homem de sua vida, o ator Tarcísio Meira]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/07/3BA426447A729D9014C6B3E37BBDE4.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-32738" title="3BA426447A729D9014C6B3E37BBDE4" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/07/3BA426447A729D9014C6B3E37BBDE4-280x233.jpg" alt="" width="280" height="233" /></a>Nilcedes Soares Magalhães Sobrinho achou que seu nome não era bom o suficiente para uma atriz fazer sucesso no Brasil e adotou Glória Menezes. Deu certo! Uma das damas da dramaturgia nacional, a estrela encontrou na profissão o homem de sua vida, o ator Tarcísio Meira</p>
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		<title>Agentes de saúde pedem piso nacional de dois salário mínimos</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 17:55:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agentes de saúde pedem a deputados piso nacional de dois salário mínimos Agentes comunitários de saúde e de combate a endemias de todo o país estiveram hoje (5) na Câmara pedindo a aprovação diversos projetos de lei que tramitam na Casa e que tratam da regulamentação da profissão e do piso salarial da categoria. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/07/251.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-32074" title="251" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/07/251-280x210.jpg" alt="" width="280" height="210" /></a>Agentes de saúde pedem a deputados piso nacional de dois salário mínimos</p>
<p>Agentes comunitários de saúde e de combate a endemias de todo o país estiveram hoje (5) na Câmara pedindo a aprovação diversos projetos de lei que tramitam na Casa e que tratam da regulamentação da profissão e do piso salarial da categoria.</p>
<p>O projeto que define o piso dos agentes de saúde tramita na Câmara desde 2009. Uma comissão especial foi criada para analisar o assunto mas, por falta de acordo, a matéria nunca foi votada.</p>
<p>A reivindicação da categoria é que o piso seja fixado em dois salários mínimos, cerca de R$ 1.000. O governo propôs 1,4 salário mínimo e alega que o 0,6% a mais que o grupo pede geraria um impacto de R$ 1,7 bilhão por ano no Orçamento.</p>
<p>A Confederação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde (Conacs) oferece como solução para o problema um escalonamento no reajuste. Os agentes passariam a receber 1,4 salário mínimo a partir da aprovação do projeto com o reajuste de 0,2% de salário mínimo anual durante os três anos seguintes, para chegar à diferença pedida pela categoria.</p>
<p>“O governo não pode avançar em um julgamento de que essa categoria é impaciente. Já fomos pacientes demais. O que mais temos feito desde 2009 é dialogar. O governo precisa entender que temos união e não desistimos da luta pelo piso salarial”, disse a assessora jurídica da Conacs, Eliane Almeida.</p>
<p>A presidente da Conacs, Ruth Brilhante, chegou a sugerir que o grupo saísse em vigília ao Ministério da Saúde para que fossem recebidos pelo ministro Alexandre Padilha. Entretanto, o relator da comissão especial na Câmara, deputado Domingos Dutra (PT-MA), disse que a ideia</p>
<p>é se reunir com Padilha assim que possível para conversar sobre o assunto. “A proposta de escalonamento é viável”, disse. “Essa categoria tem importância para o país na geração de emprego e renda e na redução da pobreza”, completou.</p>
<p>Segundo a Confederação Nacional dos Municípios, o Brasil tem hoje 298 mil agentes de saúde. A entidade pede a aprovação da Emenda 29, que trata de mais repasse de recursos para a saúde. “Em três anos que a emenda está parada aguardando votação na Câmara, a saúde já perdeu R$ 66 bilhões”, disse o coordenador da área técnica de Saúde da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Denílson Magalhães.</p>
<p>A regulamentação da Emenda 29 aguarda votação na Câmara. O impasse na votação se deve a um destaque no projeto, que trata da definição da base de cálculo da Contribuição Social para a Saúde (CSS). A Contribuição será permanente e funcionará nos mesmos moldes da extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Seus recursos serão usados exclusivamente para a Saúde.</p>
<p>Na semana passada, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS), disse que tentará colocar a Emenda 29 em votação nesta semana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agência Brasil</p>
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		<title>Trabalhadoras domésticas e patroas divergem sobre novas regras da OIT</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 20:23:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/06/sindicato-das-empregadas-domésticas-300x1981.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-31483" title="sindicato-das-empregadas-domésticas-300x1981" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/06/sindicato-das-empregadas-domésticas-300x1981-280x184.jpg" alt="" width="280" height="184" /></a>Trabalhadoras domésticas e patroas divergem em relação à eficácia e aos benefícios das novas regras sobre o trabalho doméstico estabelecidas pela convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Para Maria do Rosário, 43 anos, empregada doméstica, o conjunto de normas pode melhorar a vida das trabalhadoras.</p>
<p>“Fiquei muito feliz, não por mim, mas por todas as minhas colegas de profissão. Aqui eu já tenho carteira assinada e sempre que preciso de qualquer coisa sei que posso contar com a minha patroa. Agora, espero que a população dê mais valor às empregadas domésticas porque eu já trabalhei em casas em que eu era muito mal tratada”, disse.</p>
<p>Maria do Rosário trabalha há mais de dez anos na casa da advogada Fernanda Soares, 52. Para a advogada, as novas medidas são boas e podem beneficiar um grande número de trabalhadoras.</p>
<p>“Elas são trabalhadoras, como qualquer outro profissional, saem cedo de casa, muitas vezes, deixam de cuidar de sua própria casa ou dos seus filhos para cuidar dos nossos, por isso, sou muito compreensiva com ela, e sei que, infelizmente, essa compreensão não ocorre em todas as casas.”</p>
<p>Já a doméstica Lucimara da Silva, 37 anos, acredita que as novas regras não vão mudar o dia a dia das trabalhadoras uma vez que muitas delas têm medo de cobrar seus direitos.   “Acho válido a disposição em melhorar as condições de trabalho, mas não acredito que vá afetar muitas pessoas não porque as empregadas, muitas vezes, têm medo de cobrar essas coisas dos patrões.”</p>
<p>Sua patroa, a aposentada Isadora Martins, 67, discorda de medidas como a hora extra.  “A gente trabalha o dia todo e não tem como controlar se realmente não deu tempo de realizar todo o serviço. Já tive várias empregadas. Muitas delas ficavam enrolando no serviço e, depois, faziam tudo correndo para ir embora logo”, afirmou.</p>
<p>Ela disse ainda que apoia medidas como assinar a carteira e acredita que as trabalhadoras devam receber um salário justo, entretanto, critica algumas trabalhadoras que, segundo ela, se aproveitam da boa-fé das patroas. “Elas também têm que ter bom senso. Muitas se aproveitam da falta de pessoas no mercado para abusar da nossa paciência. Hoje, eu tenho uma pessoa de extrema confiança há mais de três anos, mas foi difícil encontrar alguém que realmente quer trabalhar”, disse a aposentada.</p>
<p>A convenção da OIT sobre trabalhadoras domésticas foi aprovada na última semana e, para ter validade, é preciso que dois países a ratifiquem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Agência Brasil</p>
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