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	<title>JM1 - Jornal das Montanhas - Manhuaçu - MG &#187; Saúde</title>
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	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeitamos sua inteligência.</description>
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		<title>Ministério da Saúde aumenta lista de doenças de comunicação obrigatória</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 11:20:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi ampliada de 38 para 44 a quantidade de doenças, agravos e emergências que fazem parte da Lista de Doenças de Notificação Compulsória (LNC), ou seja, cuja comunicação às autoridades sanitárias é obrigatória. O Ministério da Saúde incluiu nesse rol acidentes com animais peçonhentos, como cobras, escorpiões e aranhas; atendimento antirrábico envolvendo ataques de cães, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/09/saude1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15625" title="saude" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/09/saude1-280x280.jpg" alt="" width="280" height="280" /></a>Foi ampliada de 38 para 44 a quantidade de doenças, agravos e emergências que fazem parte da Lista de Doenças de Notificação Compulsória (LNC), ou seja, cuja comunicação às autoridades sanitárias é obrigatória.<br />
O Ministério da Saúde incluiu nesse rol acidentes com animais peçonhentos, como cobras, escorpiões e aranhas; atendimento antirrábico envolvendo ataques de cães, gatos e morcegos; esquistossomose; intoxicações por substâncias químicas, tais como agrotóxicos e metais pesados; sífilis adquirida; e síndrome do corrimento uretral masculino.<br />
As autoridades de saúde dos municípios e estados são obrigadas a informar, imediatamente, ao Sistema Nacional de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), casos referentes às doenças listadas. De acordo com a Secretaria de Vigilância em Saúde do ministério, a portaria, publicada hoje (1º) com as seis novas doenças, atende a recomendações sanitárias internacionais, de 2005.<br />
Foram usados critérios como o potencial de transmissão, estimado pelo nível de ameaça à saúde pública, para a inclusão das novas doenças na lista.</p>
<p>Fonte Agência Brasil</p>
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		<title>Projetos do Senado levarão médicos a regiões isoladas e carentes</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Sep 2010 12:44:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional do Senado aprovou hoje (31), em caráter terminativo, dois projetos de lei que tratam da convocação, pelas Forças Armadas, de estudantes de faculdades relacionadas à área da saúde. Um dos projetos disciplina a liberdade do Estado de convocar pessoas que concluíram cursos superiores nas faculdades de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/09/saude.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15559" title="saude" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/09/saude-125x280.jpg" alt="" width="125" height="280" /></a>A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional do Senado aprovou hoje (31), em caráter terminativo, dois projetos de lei que tratam da convocação, pelas Forças Armadas, de estudantes de faculdades relacionadas à área da saúde.<br />
Um dos projetos disciplina a liberdade do Estado de convocar pessoas que concluíram cursos superiores nas faculdades de medicina, odontologia, farmácia e veterinária para servirem nas Forças Armadas em locais onde há carência de profissionais dessas áreas. Assim, mesmo sendo dispensado quando se apresenta para o serviço militar, o estudante desses cursos pode, posteriormente, ser convocado para servir na Amazônia, em regiões carentes do Nordeste ou do Centro-Oeste.<br />
O outro projeto aprovado, trata do mesmo assunto, mas propõe a premiação daqueles que optarem por prorrogar suas prestações de serviço militar para após a formatura, de modo a poderem atuar já como profissionais da saúde. Nesses casos, o estudante de uma faculdade de medicina, odontologia, farmácia ou veterinária poderá pedir para servir no Exército, na Marinha ou Aeronáutica após a conclusão do curso.<br />
Nesses casos, esses profissionais atuarão posteriormente, sob a forma de Estágio de Adaptação e Serviço (EAS) em locais isolados e onde faltam profissionais dessas áreas. Ao servir nestas condições, eles ganham por lei o direito a pontos extras em provas de análise de currículo quando disputarem vagas para residência médica ou concursos públicos nas suas áreas. Essas bonificações vão de 5% a 15% da pontuação que conseguirem na análise de currículo, a depender do local onde o profissional realizou o EAS.<br />
O senador Mozarildo Cavalcante (PTB-RR) foi relator dos dois projetos e disse que era necessária uma legislação que incentivasse ou obrigasse profissionais de saúde a atuarem nessas regiões, consideradas menos interessantes em função do baixo nível de desenvolvimento econômico e social.<br />
“O Brasil possui muitos médicos, mas a distribuição é desigual. Mesmo em algumas capitais, nós não temos a proporção recomendada pela Organização Mundial da Saúde, que é de um médico para cada mil habitantes”, afirmou o senador, ele mesmo autor de projeto que propõe que profissionais da saúde só possam validar seus diplomas após atuarem por dois anos em regiões onde há necessidade desse médicos.</p>
<p>Fonte Agência Brasil.</p>
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		<title>Musculação na terceira idade previne dor e faz bem</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 14:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[força]]></category>
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		<description><![CDATA[O momento em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga a nova expectativa de vida dos brasileiros, que já passa dos 70 anos, um estudo norte-americano mostra que a musculação não só é permitida como pode ser benéfica para os idosos. Pesquisa da Universidade de Washington e publicada na edição de dezembro da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ginastica.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-15349" title="ginastica" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/ginastica-280x263.jpg" alt="" width="280" height="263" /></a>O momento em que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga a nova expectativa de vida dos brasileiros, que já passa dos 70 anos, um estudo norte-americano mostra que a musculação não só é permitida como pode ser benéfica para os idosos.</p>
<p>Pesquisa da Universidade de Washington e publicada na edição de dezembro da revista &#8220;Journal of Sports Science and Medicine&#8221; comprova os efeitos da musculação sobre a dor crônica, problema que comumente afeta os idosos.</p>
<p>Com o avançar da idade aumenta a incidência de problemas que causam dor, especialmente os ortopédicos, como artroses e doença degenerativas dos ossos. Estatísticas já publicadas revelam que mais da metade das pessoas acima de 60 anos sofrem algum tipo de dor persistente.</p>
<p>Além da dor, os idosos apresentam perda da força muscular, que diminui a mobilidade e prejudica o equilíbrio, podendo facilitar a ocorrência de quedas.</p>
<p>Os especialistas recrutaram 97 pessoas, com mais de 60 anos, para participarem do estudo. Os participantes foram divididos em dois grupos: um foi submetido a um programa de treinamento de força (musculação) de oito semanas, e o outro não praticou das atividades para servir de controle. Antes de começarem a fazer exercícios, os participantes deviam ser liberados por seus médicos.</p>
<p>Foram pelo menos três sessões semanais de treino com exercícios em aparelhos para as diversas regiões do corpo. As aulas eram em grupos para aumentar a motivação e a aderência ao projeto. Para cada grupo de quatro alunos existia um treinador.</p>
<p>As dores de que eventualmente os participantes reclamavam foram registradas no início da pesquisa e após as oito semanas de treinamento. Para que fosse obtido um resultado confiável foi utilizado um questionário padronizado para avaliação da dor, chamado de Questionário McGill.</p>
<p>O grupo que treinou apresentou um aumento da força significativo do ponto de vista estatístico em todos os exercícios. O quadril e os tornozelos foram as regiões mais beneficiadas pelo treinamento. Nenhum participante apresentou lesões ou problemas relacionados ao programa.</p>
<p>O questionário de dor aplicado ao final das oito semanas de pesquisa mostrou que o grupo de malhadores sentia menos dor como um todo, e classificava as dores como menos intensas do que a das pessoas que não participaram do treinamento. O grupo controle que não treinou se queixava mais do que no início do estudo.</p>
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		<title>Ministério da Saúde investiga possibilidade de novos casos de sarampo</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 13:31:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devair Guimarães de Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[minstério]]></category>
		<category><![CDATA[rgs]]></category>
		<category><![CDATA[sarampo]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/sarampo_morto.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-15097" title="sarampo_morto" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/08/sarampo_morto.jpg" alt="" width="250" height="205" /></a>Brasília &#8211; Após o registro de dois casos de sarampo no Rio Grande do Sul, o Ministério da Saúde investiga a possibilidade de novas infecções no estado, sobretudo na capital, Porto Alegre, onde duas crianças tiveram o diagnóstico confirmado por um laboratório local.</p>
<p>De acordo com a pasta, os exames realizados, apesar do resultado positivo, são considerados preliminares, e as amostras colhidas das crianças foram enviadas para a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. O resultado final está previsto para a próxima semana.</p>
<p>As duas crianças estiveram em Buenos Aires entre os dias 22 e 28 de julho. Nesse período, foram confirmados três casos de sarampo na capital argentina. De acordo com a família, as crianças não foram vacinados por serem alérgicas a ovo.</p>
<p>Desde que os casos foram notificados, no dia 17 de agosto, as autoridades de saúde do Rio Grande do Sul buscam casos suspeitos de sarampo nos lugares frequentados pelas duas crianças. Técnicos da Secretaria de Vigilância em Saúde do ministério ajudam nas investigações.</p>
<p>A circulação do vírus do sarampo no Brasil foi interrompida no ano 2000. Desde então, segundo a pasta, foram registrados cinco eventos (grupos de casos relacionados), todos de infecção em outros países. No início de agosto, foram confirmados três casos importados de sarampo no Pará, todos na mesma família.</p>
<p>O sarampo é uma doença aguda, altamente contagiosa, transmitida por vírus, de pessoa para pessoa, por meio das secreções expelidas pelo doente ao tossir, espirrar, falar ou mesmo respirar. No início, o paciente apresenta febre, tosse, catarro, conjuntivite e fotofobia (intolerância à luz). Depois, esses sintomas são acentuados, com prostração do paciente e aparecimento de manchas avermelhadas na pele.</p>
<p>O ministério alertou que a vacina é o meio mais eficaz de prevenção contra o sarampo. A dose está disponível nos postos de saúde para crianças a partir de 12 meses de idade.</p>
<p>Da Agência Brasil</p>
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