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	<title>JM1 - Jornal das Montanhas - Manhuaçu - MG &#187; vidas</title>
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	<description>O Jornal que você Lê e sabe que respeita sua inteligência.</description>
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		<title>As pedras que a vida me atirou&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Sep 2011 12:52:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devair G. Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fala Sério]]></category>
		<category><![CDATA[atirou]]></category>
		<category><![CDATA[colunista]]></category>
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		<description><![CDATA[Disse-me certa vez um homem de certa idade “não as devolvi com mais força como muitos teriam feito e nem mesmo as deixei espalhadas pelo caminho, para evitar que me fossem jogadas uma segunda vez. Guardei todas na algibeira. O gozado é que nunca pesaram em meus ombros e de vez em quando as olhava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Disse-me certa vez um homem de certa idade “não as devolvi com mais força como muitos teriam feito e nem mesmo as deixei espalhadas pelo caminho, para evitar que me fossem jogadas uma segunda vez. Guardei todas na algibeira. O gozado é que nunca pesaram em meus ombros e de vez em quando as olhava para buscar um meu segredo e delas tirar alguma lição que precisasse naquele momento”.</strong></p>
<p><strong>Muitos as viram me chegar e mesmo dizendo me serem injustas, ninguém teve coragem de colocar uma mão para impedi-las. Quando muito, olhavam disfarçadamente para ver se haviam deixado alguma cicatriz, como se contentes em amanhã ou depois poder dizer que sabia de onde ficara ou quem causara aquela marca. Na verdade, continuou ele, tenho certeza de que hoje poucos delas se lembram, ou até mesmo de mim sabem dizer.</strong></p>
<p><strong>Ainda hoje as pedras me saltam, quando posso as aparo e senão as arrecado depois, e as “algiberio” também. Ainda tenho a opinião de que de nada valeria jogá-las de volta, até porque minha pontaria poderia ser pior que a dos outros e machucaria inocentes. </strong></p>
<p><strong>Quanto àqueles que as jogaram, bem&#8230; Não se trata de perdoar, mas quem sabe só de desculpar, por que afinal de contas, nem sabem, mas acabei tirando vantagem delas. </strong></p>
<p><strong>Perguntei então a ele o que pretendia fazer com todas aquelas pedras que vinha juntando ao logo do caminho de sua vida, e ele me disse que “Pretendia não! Já estou fazendo!” E diante de meu olhar curioso, respondeu. “Construindo meu castelo! Porque cada uma delas, representa uma vitória da minha única e real verdade! E como me foram jogadas pela mentira, sou o rei!”</strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Antonio Jorge Rettenmaier,  Escritor, Cronista e Palestrante. Visite nosso blog em <a href="http://www.ajorgespaceblog.com.br">www.ajorgespaceblog.com.br</a> e mande seus comentários para <a href="mailto:ajrs010@gmail.com">ajrs010@gmail.com</a>. Esta coluna está em mais de oitenta jornais no Brasil e Exterior</strong><strong></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Insensato: Léo é feito de motorista por Norma em casamento</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jul 2011 19:48:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Redação JM1</dc:creator>
				<category><![CDATA[No Mundo da TV]]></category>
		<category><![CDATA[capítulo]]></category>
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		<description><![CDATA[O clima vai esquentar mais uma vez entre Léo (Gabriel Braga Nunes) e Norma (Glória Pires) no capítulo desta terça-feira (26) em “Insensato Coração”. Depois de tantas confusões em suas vidas, Pedro (Eriberto Leão) e Marina (Paola Oliveira) se casam neste capítulo. A surpresa da festa é Léo, que aparece como motorista de Norma, deixando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/07/9B0D739EE7A6225A38EBA5652B476.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-33392" title="9B0D739EE7A6225A38EBA5652B476" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/07/9B0D739EE7A6225A38EBA5652B476-280x140.jpg" alt="" width="280" height="140" /></a><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/07/9472F9BD56AEE8AFEE205FDE8864C1.jpg"><img class="size-medium wp-image-33391 alignright" title="9472F9BD56AEE8AFEE205FDE8864C1" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/07/9472F9BD56AEE8AFEE205FDE8864C1-280x140.jpg" alt="" width="280" height="140" /></a>O clima vai esquentar mais uma vez entre Léo (Gabriel Braga Nunes) e Norma (Glória Pires) no capítulo desta terça-feira (26) em “Insensato Coração”. Depois de tantas confusões em suas vidas, Pedro (Eriberto Leão) e Marina (Paola Oliveira) se casam neste capítulo. A surpresa da festa é Léo, que aparece como motorista de Norma, deixando todos assustados.</p>
<p>Vitória (Nathalia Timberg) manda o vilão sair da igreja, para que Marina e Pedro tenham um casamento sossegado.</p>
<p>Divulgação/TV Globo</p>
<p>De vestido branco e linda, Marina entra na igreja ao lado de Raul (Antônio Fagundes). “Eu, Pedro, recebo-te por minhas esposa Marina, e promete ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida”, diz o piloto.</p>
<p>“Eu, Marina, recebo-te por meu esposo Pedro&#8230;”, diz a designer.</p>
<p>“Considerem-se marido e mulher. Pode beijar a noiva”, anuncia o padre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Cuidar das abelhas é preservar vidas</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Jan 2011 14:33:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devair G. Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[abelhas]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxicos]]></category>
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		<description><![CDATA[Silenciosamente, bilhões de abelhas estão morrendo, colocando toda a nossa cadeia alimentar em perigo. Abelhas não fazem apenas mel, elas são uma força de trabalho gigante e humilde, polinizando 90% das plantas que produzimos. Vários estudos científicos mencionam um tipo de agrotóxico que contribui para o extermínio das abelhas. Em quatro países Europeus que baniram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/01/abelha1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-21288" title="abelha1" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2011/01/abelha1-280x191.jpg" alt="" width="280" height="191" /></a>Silenciosamente, bilhões de abelhas estão morrendo, colocando toda a nossa cadeia alimentar em perigo. Abelhas não fazem apenas mel, elas são uma força de trabalho gigante e humilde, polinizando 90% das plantas que produzimos.</p>
<p>Vários estudos científicos mencionam um tipo de agrotóxico que contribui para o extermínio das abelhas. Em quatro países Europeus que baniram estes produtos, algumas populações de abelhas já estão se recuperando. Mas empresas químicas poderosas estão fazendo um lobby pesado para continuar vendendo estes venenos. A única maneira de salvar as abelhas é pressionar os EUA e a União Europeia para eles aderirem à proibição destes produto letais &#8211; esta ação é fundamental e terá um efeito dominó no resto do mundo.</p>
<p>Não temos tempo a perder &#8211; o debate sobre o que fazer está esquentando. Não se trata apenas de salvar as abelhas, mas de uma questão de sobrevivência. Vamos gerar um zumbido global gigante de apelo à UE e aos EUA para proibir estes produtos letais e salvar as nossas abelhas e os nossos alimentos. Assine a petição de emergência agora, envie-a para todo mundo, nós a entregaremos aos governantes responsáveis:</p>
<p><a href="https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl" target="_self">https://secure.avaaz.org/po/save_the_bees/?vl</a></p>
<p>As abelhas são vitais para a vida na Terra &#8211; a cada ano elas polinizam plantas e plantações com um valor estimado em US$40 bilhões, mais de um terço da produção de alimentos em muitos países. Sem ações imediatas para salvar as abelhas, muitas das nossas frutas, legumes e óleos preferidos poderão desaparecer das prateleiras.</p>
<p>Nos últimos anos, temos visto um declínio acentuado e preocupante a nível global das populações de abelhas &#8211; algumas espécies já estão extintas e semana passada ficamos sabendo que algumas espécies nos EUA chegaram a 4% da população normal. Cientistas vêm lutando para obter respostas. Alguns estudos afirmam que o declínio pode ser devido a uma combinação de fatores, incluindo doenças, perda de habitat e utilização de produtos químicos tóxicos. Mas cada vez mais novos estudos independentes produzem fortes evidências que os culpados são os agrotóxicos neonicotinóides. A França, Itália, Eslovênia, e até a Alemanha, sede do maior produtor do agrotóxico, a Bayer, baniram alguns destes produtos que matam abelhas. Porém, enquanto isto, a Bayer continua a exportar o seu veneno para o mundo inteiro.</p>
<p>Este debate está esquentando a medida que novos estudos confirmam a dimensão do problema. Se conseguirmos que os governantes europeus e dos EUA assumam medidas, outros países seguirão o exemplo. Não vai ser fácil. Um documento vazado mostra que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA já sabia sobre os perigos do agrotóxico, mas os ignorou. O documento diz que o produto da Bayer é &#8220;altamente tóxico&#8221; e representa um &#8220;grande risco para os insetos não-alvo (abelhas)&#8221;.</p>
<p>Temos de fazer ouvir as nossas vozes para combater a influência da Bayer sobre governantes e cientistas, tanto nos EUA quanto na UE, onde eles financiam pesquisas e participam de conselhos de políticas agrícolas. Os reais peritos &#8211; apicultores e agricultores &#8211; querem que estes agrotóxicos letais sejam proibidos, a não ser que hajam evidências sólidas comprovando que eles são seguros. Vamos apoiá-los agora. Assine a petição abaixo e, em seguida, encaminhe este alerta</p>
<p>Não podemos mais deixar a nossa cadeia alimentar delicada nas mãos de pesquisas patrocinadas por empresas químicas e os legisladores que eles pagam. Proibir este agrotóxico é um caminho necessário para um mundo mais seguro tanto para nós quanto para as outras espécies com as quais nos preocupamos e que dependem de nós.</p>
<p>Com esperança, o Jornal das Montanhas apoia essa ideia.</p>
<p>Alex, Alice, Iain, David e todos da Avaaz</p>
<p>Leia mais:</p>
<p><strong>Itália proibe agrotóxicos neonicotinóides associados à morte de abelhas:</strong></p>
<p><a href="http://www.ecodebate.com.br/2008/09/22/italia-proibe-agrotoxicos-neonicotinoides-associados-a-morte-de-abelhas/" target="_self">http://www.ecodebate.com.br/2008/09/22/italia-proibe-agrotoxicos-neonicotinoides-associados-a-morte-de-abelhas/</a></p>
<p>O desaparecimento das abelhas melíferas:</p>
<p><a href="http://www.naturoverda.com.br/site/?p=180" target="_self">http://www.naturoverda.com.br/site/?p=180</a></p>
<p>Alemanha proíbe oito pesticidas neonicotinóides em razão da morte maciça de abelhas:</p>
<p><a href="http://www.ecodebate.com.br/2008/08/30/alemanha-proibe-oito-pesticidas-neonicotinoides-em-razao-da-morte-macica-de-abelhas/" target="_self">http://www.ecodebate.com.br/2008/08/30/alemanha-proibe-oito-pesticidas-neonicotinoides-em-razao-da-morte-macica-de-abelhas/</a></p>
<p>Campos silenciosos:</p>
<p><a href="http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/campos_silenciosos_imprimir.html" target="_self">http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/campos_silenciosos_imprimir.html</a></p>
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		<title>Planetas como a Terra podem ser comuns</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 11:06:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Devair G. Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<div><strong></strong></div>
<p><strong></p>
<div id="attachment_17893" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/10/foto_dentro12981_2.jpg"><img class="size-full wp-image-17893" title="foto_dentro12981_2" src="http://www.jm1.com.br/wp-content/uploads/2010/10/foto_dentro12981_2.jpg" alt="" width="200" height="145" /></a><p class="wp-caption-text">Análise de 166 estrelas a até 80 anos-luz conclui que de cada 100 parecidas com o Sol 23 teriam planetas com tamanho semelhante ao da Terra</p></div>
<p>Divulgação Científica</p>
<p></strong></p>
<p>Agência FAPESP – A busca por planetas parecidos com a Terra tem tudo para se mostrar altamente frutífera. Um novo estudo aponta que sistemas como o Solar são comuns e que quase um quarto de todas as estrelas como o Sol podem ter planetas de tamanho semelhante ao da Terra.</p>
<p>Andrew Howard, da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, e colegas observaram durante cinco anos 166 estrelas das classes G e K localizadas a até 80 anos-luz da Terra, com o telescópio Keck, no Havaí.</p>
<p>O Sol é a mais conhecida estrela do tipo G, que são amarelas. As estrelas do tipo K são um pouco menores e laranja ou vermelhas.</p>
<p>O estudo procurou determinar número, massa e distância orbital dos planetas dessas estrelas. O trabalho se baseou em observações e estimativas, uma vez que das estrelas analisadas apenas 22 têm planetas que já foram detectados.</p>
<p>A pesquisa, feita por um grupo de cientistas dos Estados Unidos, China e Japão, incluiu um grande número de pequenos planetas, até o menor tamanho detectável atualmente de corpos chamados de super-Terra, com cerca de três vezes a massa terrestre.</p>
<p>“De cada 100 estrelas parecidas com o Sol, uma ou duas têm planetas com massa semelhante à de Júpiter, seis parecidas com a de Netuno e 12 têm entre três e dez vezes a massa terrestre. Se extrapolarmos a relação para planetas do tamanho da Terra, podemos estimar que encontraremos cerca de 23 deles para cada 100 estrelas”, disse Howard.</p>
<p>“Essa é a primeira estimativa, baseada em medidas reais, da fração de estrelas que têm planetas do tamanho da Terra”, destacou Geoffrey Marcy, também de Berkeley e outro autor do estudo que foi publicado na edição desta sexta-feira (29/10) da revista Science.</p>
<p>“Isso significa que quando a Nasa [agência espacial norte-americana] desenvolver novas técnicas na próxima década para tentar encontrar planetas com tamanho realmente parecido com o da Terra não será preciso procurar muito”, disse Howard.</p>
<p>O artigo The Occurrence and Mass Distribution of Close-in Super-Earths, Neptunes, and Jupiters, de Andrew Howard e outros, pode ser lido por assinantes da Science em www.sciencemag.org.</p>
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