“Podemos ser o que queremos”, afirma Vasco Valentino

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Em artigo publicado na Folha de São Paulo, o diretor regional da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para América Latina e Caribe, Jean Maninat relatou dados alarmantes quanto ao número de jovens que não conseguem uma vaga no mercado de trabalho.

Segundo os dados 7 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos estão as margens do emprego na América Latina.

O artigo intitulado “Jovens, educados e desempregados” publicado no dia 21 de fevereiro de 2010, deve ser assimilado pelo leitor não somente como uma estatística assustadora, mas também, como um incentivo de buscar um diferencial para oferecer ao mercado de trabalho.

O ator e jornalista Vasco Valentino Pigozzi Gregoratto, 24, que interpreta o personagem Amaro na novela “Cama de Gato” da Rede Globo, nasceu no município de Osvaldo Cruz, no interior paulista e acredita que para vencer na vida é preciso ter convicção do que se almeja, sustentando a idéia de que o investimento no sonho deve ultrapassar as barreiras dos contratempos que muitas vezes antecedem a maioria das vitórias.

Ator Vasco Valentino

Valentino que é jornalista por formação e ator por profissão, desde a faculdade se interessou pelo teatro, atuou em poucas peças e colecionou várias criticas construtivas, antes mesmo de ter registro de ator profissional já era visto como um sucesso iminente por especialistas no setor e foi vencedor do prêmio de melhor ator no Mapa Cultural Paulista 2005 com a peça “Uma Rosa para Hitler”.

Após apresentar o monólogo “Pobre de Rico” que interpretava “Raimundo”, um rapaz excluído da sociedade, o ator paulista tomou rumo diferente de seu personagem e foi em busca de seus ideais. Por conta própria Valentino visitou cidades cenográficas em Bogotá (Colômbia), para ver de perto como funcionava a teledramaturgia em outro país da América do Sul antes de passar a residir e trabalhar no Rio de Janeiro.

História como a do ator que acreditou em seu talento e foi em busca da realização profissional, não pode ser encarada como exceção a regra, e sim como exemplo de valorização das próprias potencialidades.

Vasco Valentino afirmou que muitas vezes precisou mudar os caminhos, mas nunca o foco, mencionou que às vezes as pessoas agem como coveiros e enterram seus próprios sonhos, subestimando suas capacidades.“Para Deus nada é impossível, infelizmente há aqueles que não sabem a força que têm; a persistência deve alcançar à altura do alvo”, completou.

Os números apresentados pelo diretor regional da OIT mostram um problema, o ator levantou uma solução que deve servir de reflexão para juventude: o quanto as pessoas estão investindo em si e acreditando em seus ideais?

Visão empreendedora talvez seja um caminho para driblar a escassez no mercado de trabalho, os jovens podem ser senhores dos próprios destinos. Acreditar e valorizar a si próprio já é um bom começo, afinal, grandes empresas são constituídas de grandes profissionais.

A preparação é sempre importante para qualquer posição que se almeje ocupar.

“Na ficção posso dar vida a vários personagens, mas para isso preciso investir diariamente no que sou na vida real. Com muita fé em Deus e persistência, podemos ser o que queremos”, concluiu Vasco Valentino.

Crédito: Laércio Guidio – MTb 54867/SP

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