Setembro Amarelo: como as escolas podem discutir diversidade e inclusão?

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Escolas inclusivas e que discutem diversidade estão mais preparadas para combater casos de bullying, depressão e suicídio

Setembro Amarelo é o mês de prevenção do suicídio e suas campanhas defendem a importância do diálogo e da valorização da vida. A data, entretanto, pode ser utilizada para falar de assuntos que vão além do suicídio e discutir temas como diversidade e inclusão social. Muitas vezes, essas conversas são levadas para o âmbito escolar, por isso, é importante que a escola esteja preparada para debatê-las.

Segundo o coordenador do Sistema de Ensino pH, Fabrício Cortezi, o primeiro passo é que a comunidade escolar seja diversa, integrando equipes e alunos. “O ambiente não pode ser opressor, ele tem que ser acolhedor. Precisamos entender que a diversidade é necessária e faz parte da escola, para então o debate ser estimulado”, aconselha Cortezi.

Quando uma escola é inclusiva e discute diversidade, isso ajuda no combate de casos de bullying, depressão e suicídio porque estimula a conversa. “Dentro dos colégios, existiam disciplinas voltadas para alunos debaterem atualidades, mas agora algumas instituições também estão preocupadas em proporcionar debates relacionados à convivência ética, focadas no convívio com o outro”, exemplifica.

Cortezi explica que quando se trata de diversidade e inclusão, outro ponto importante é envolver todos os professores: “Todo mundo precisa estar comprometido com o assunto para, caso exista alguma ocorrência envolvendo bullying, exclusão ou depressão dentro dos colégios, ela seja facilmente identificada”. A ideia é que as escolas façam coisas que amenizem e deixem os alunos mais confortáveis.

O coordenador do Sistema de Ensino pH finaliza reiterando a importância dos colégios se envolverem com esses temas: “O papel da escola, na verdade, é dar garantias para que os alunos se desenvolvam tanto cognitivamente, quanto afetivamente, por isso, ela é fundamental para combater essas questões”.

É difícil pensar em uma solução apenas conversando com os alunos, por isso, reuniões de pais exclusivamente para falar da convivência ética dentro da escola e mostrando o trabalho da instituição ajudam a trazer os responsáveis para perto e fortalecem a rede de apoio. 

Sobre o Sistema de Ensino pH (www.sistemadeensinoph.com.br) – O Sistema pH surgiu em 2012, a partir do trabalho desenvolvido no Colégio pH e Curso pH, presente há 32 anos no Rio de Janeiro.  Reconhecido pelo elevado número de aprovações nos vestibulares das universidades mais concorridas do estado e pelos excelentes resultados no ENEM, o pH atua do Ensino Fundamental I ao Pré-vestibular.  O Sistema conta com uma série de escolas parceiras e oferece orientação nas áreas de planejamento, ferramentas tecnológicas, projetos inovadores, integração de recursos e formação contínua dos profissionais. O Sistema de Ensino pH integra o portfólio de empresas da SOMOS Educação.

 

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