BRICS, uma nova maneira de se relacionar com o mundo sem escravizar o povo

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Por Devair G. Oliveira

Começou nesta terça-feira, 22 em Joanesburgo, África do Sul a 15ª Cúpula do BRICS na África do Sul a cúpula do Bloco tem dois objetivos principais que consta da pauta, a definição sobre os critérios para a ampliação e a criação de uma moeda rastreada em ouro de valor comum no comércio entre os países do bloco. O grupo atualmente é formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul grupo atualmente é formado por 5 países, todos estão presente, com exceção de Vladimir Putin da Rússia que irá participar por vídeo conferencia.

Mais de 40 países estão interessados em entrar nos Brics, diz África do Sul, todos almejam o crescimento do grupo, porém a questão de até onde e com que rapidez expandir o grupo, não precisamos dizer aqui sobre a atual situação da geopolítica mundial, não é à toa que a guerra na Ucrânia tem atrasado a vontade de alguns dominantes que querem implantar uma hegemonia mundial para tanto alguns ensaios foram feitos e o que se vê no mundo todo é a maioria da imprensa mundial que está aliada a este propósito continuam a divulgar narrativas na tentativa de ludibriar a opinião pública

A questão de até onde e com que rapidez expandir o grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul — está no topo da agenda da cúpula das nações que buscam compensar a hegemonia do Ocidente liderado pelos Estados Unidos nos assuntos globais, e se concretizar a criação da

As autoridades sul-africanas querem que os Brics se torne um líder em desenvolvimento mundial. Segundo o professor Marcelo Rossi que tem um canal de análise de geopolítica, o interesse do Brics é implantar uma ‘Nova Nova’ para libertar todo o povo de possíveis sofrimentos, ainda completa o professor dizendo que Argentina, Irã, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Cuba, República Democrática do Congo, Comores, Gabão e Cazaquistão já manifestaram interesse em entrar no bloco, porém o número de manifestantes informalmente passa de 60, (incluindo) todos os principais países do Sul global”.

Lógico que irá ter vários analistas dizendo contrário ao crescimento do Brics, é aquele negócio, até pouco tempo ninguém imaginava que poderia uma outra moeda fazer frente ao dólar, e o que se vê agora são vários países negociando em suas próprias moedas e já se fala em uma derrocada da moeda americana.

O que está em jogo é a liberdade do povo, existem denúncias graves na ONU sobre as pretensões dos Estados Unidos e o Brics pode ser a salvação do mundo.

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