Linha de trem em São Paulo volta a operar depois de quatro horas de interrupção

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A linha de trem 12 (Brás-Calmon Viana), que foi interditada após depredação de um trem por passageiros revoltados com atrasos, voltou a operar depois de quatro horas paralisada. A linha da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) liga o Brás, na zona leste da capital paulista, a Calmon Viana, no município de Poá. Por ela passam, diariamente, 230 mil pessoas.

A companhia aguardava a retirada dos usuários dos trilhos para retornar a circulação. Segundo a CPTM, pela manhã, um trem não havia conseguido partir por conta do excesso de pessoas, fazendo com que os usuários descessem do vagão antes do restabelecimento do serviço.

Mais cedo, outra composição foi retirada de circulação após defeito no sistema de tração de um trem. Os demais trens passaram a operar com maior tempo de parada, o que gerou a revolta de um grupo de passageiros.

Segundo a companhia, a estação Comendador Ermelino Matarazzo permanece sem operar. Para atender aos usuários que usam essa estação, a companhia acionou o Plano de Apoio entre Empresas em Situação de Emergência (Paese), com ônibus gratuitos entre o trecho USP-Leste até Comendador Ermelino e São Miguel Paulista até Comendador Ermelino.

Outras duas linhas continuam interditadas em função do incêndio que ocorreu na Favela do Moinho, na região central da capital paulista. Estão paradas as estações entre Júlio Prestes e Barra Funda da Linha 8–Diamante (Júlio Prestes-Itapevi). Na Linha 7–Rubi (Jundiaí-Luz), estão sem funcionar as estações Barra Funda e Luz. A CPTM orienta que a transferência na Barra Funda seja feita por meio da estação do metrô. Não há previsão do retorno da circulação dos trens.

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