ENTENDENDO OS MOVIMENTOS DAS CRIPTOMOEDAS

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A volatilidade das criptos é muito intensa em alguns momentos em que o mercado por alguns motivos sobe a tensão, e aí são muitas as dúvidas sobre como se manter diante das instabilidades.
Neste momento em que as  dúvidas ficam cada vez mais recorrentes, é preciso manter a calma.
De qualquer maneira é este o cenário que teremos que conviver, pois as criptomoedas vieram para ficar.

O que faz o preço de uma criptomoeda subir, descer e até mesmo despencar?
Aí precisamos decidir, é hora de comprar, segurar ou vender? 
Está na bacia das almas, ou cara?

De imediato num curto prazo não é possível saber as respostas!
Há especialistas, que explicam quatro razões, para entender os motivos que explicam essas grandes oscilações.

AS BOLSAS DE VALORES

Os eventos de mercado tradicional afetam muito o Bitcoin e este por tabela as demais.
Em março de 2020, quando as notícias sobre a pandemia Covid-19 alarmavam o mundo, afetaram o mercado cripto, provocando 57% de queda com o mercado das ações.

Quando a chinesa Evergrande quebrou, impactou uma queda de 7% no mesmo dia! E quando o FED (banco central norte-americano) anunciou controles mais agressivos, também resultou em quedas nos criptoativos.

Inflação e volatilidade exagerada é apenas uma função dos derivativos e da alavancagem sistêmica das criptomoedas. Já que diversos proponentes do mercado tradicional estão comprando criptomoedas, logo, quando eles caem, as cripto também vão cair.

Criptomoedas são ativos líquidos e fáceis de vender. Quando é necessário realizar liquidez na carteira, os primeiros a serem vendidos são as criptos.

RECULAMENTAÇÃO INTERNACIONAL

A regulamentação é importante para definir quais mercados conseguem ou não acessar as criptomoedas, até mesmo para comprá-las.
Os Estados Unidos e a China são os dois mercados que mais ocasionaram reações no preço do Bitcoin.

Em setembro de 2021, a China tornou o BTC ilegal acarretando grandes vendas. Logo em seguida, os EUA fundamentaram uma lei de infraestrutura na qual iam controlar os emissores e os corretores de criptomoedas.

O MERCADO TRADICIONAL

Quão fácil ou difícil é para os bancos, grandes fundos e até os fundos de pensão investirem e comprarem criptomoedas?

Hoje em dia, muitas empresas compram Bitcoin nos seus balanços e é possível investir diretamente nessas companhias a exemplo de Tesla e Microstrategy.

Investir nessas empresas é investir indiretamente no Bitcoin, influenciando fortemente no preço da cripto.

Também há as opções de futuro dessas empresas que detêm BTC em seus balanços. São mercados de derivativos que ajudam na liquidez.

AS REDES SOCIAIS

Aqui estão os investidores de varejo que são, especialmente, sensíveis ao o que os CEOs das grandes empresas, principalmente das empresas de tecnologia, pensam ou deixam de pensar.

Muitos analistas concluíram que a procura para as criptomoedas em redes sociais é uma grande função em relação ao preço delas.

Se determinada cripto está subindo, há mais procura. Logo, se está descendo há menos procura.

As mídias e as redes sociais afetam principalmente os investidores de varejo, como já vimos inúmeras vezes.

Por exemplo, quando grandes influenciadores como Elon Musk faz alguma declaração ou apenas comenta alguma coisa na rede Twitter, isso afeta diretamente o preço das criptomoedas, principalmente as menos expressivas; não como Bitcoin ou Ethereum, mas como Dogecoin e Shiba Inu coin que são extremamente sensíveis à manipulação do mercado.

Não é apenas manipulação, não são apenas as grandes compras ou grandes vendas, quanto antes aprender analisar essas quatro características, melhor você vai entender esse mercado que é extremamente volátil e extremamente difícil de operar.

 

 
 

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