‘Não vamos aceitar a política do fique em casa’, diz Bolsonaro, negando lockdown

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O Presidente Jair Bolsonaro visitou, na manhã desta quarta-feira (7), as instalações do Centro Avançado de Atendimento Covid-19, em Chapecó (SC).
📷: Alan Santos/PR

Por Devair G. Oliveira
Presidente voltou a defender o tratamento precoce e disse que o ‘vírus veio para ficar’.
O presidente Jair Bolsonaro disse na manhã desta quarta-feira (7), em Chapecó (SC), que o Brasil não fará um lockdown nacional e que não adianta imaginarem que o coronavírus vai embora. Segundo ele, o vírus veio para ficar para a vida toda e que “não é hora de ver a biografia”.

“Apareceram, as medidas restritivas, que eu nunca fui favorável a ela, a não ser numa emergência. A não ser naquele momento para você melhor preparar as suas unidades de saúde. Lamentavelmente, isso continua valendo. Quem abre mão de um milímetro de sua liberdade em troca de segurança está condenado, no futuro, a não ter segurança e não ter liberdade. Vamos buscar alternativas. Não vamos aceitar a política do ‘fique em casa’, feche tudo, lockdown. O vírus não vai embora. Esse vírus, como outros, veio pra ficar e vai ficar a vida toda. Não é a hora de ver biografia. Eu estou me lixando pra 2022. Vai ter uma pancada de candidato aí. Seria muito mais fácil a gente ficar quieto, se acomodar, não tocar nesse assunto, ou atender, como alguns querem da minha parte…. que posso fazer um lockdown nacional. Não vai ter lockdown nacional”, enfatizou.

Infelizmente grande parte da imprensa é do contra, seja qualquer coisa que Bolsonaro faz ou diga vêm as pancadas, mas cadê a imprensa para pesquisar as cidades onde o número de mortes foi muito inferior as demais, desde que aplicaram o tratamento precoce, conheço dezenas de pessoas inclusive de minha família que tiveram covid-19 e ficaram em casa tomando a medicação usada no tratamento precoce e para ninguém pensar que foram por conta própria foram receitados por médicos de grande reconhecimento da medicina. É só fazer uma pesquisa bem feita lembrando que hoje o Google é dominado pela imprensa do contra e tem muitas matérias destorcidas, eles dizem que a cidade não zerou as mortes, mas em nenhum momento eles dizem o número de mortes, exatamente para os leitores não perceberem que a cidade teve diminuídos os casos de mortes.

“Começou-se uma grande preocupação: o que fazer então para combater o coronavírus? Chamei o ministro da época No protocolo dizia que tinha que ministrar, que poderia ministrar tal medicamento somente em estado grave. Eu falei pra ele: ‘Olha, não sou médico, mas se em estado grave, segundo o seu protocolo, pode dar certo, porque não começa, desculpe a redundância, no início?'”, destacou Bolsonaro

“Tomei um medicamento, todo mundo sabe qual foi, no dia seguinte etava bom. Muitos fizeram isso. Agora, não podemos admitir impor limites a médicos. Se o médico não quer receitar aquele medicamento, que não receite. Se outro cidadão qualquer acha que aquele medicamento não está certo porque não tem comprovação científica, que não use. É liberdade dele”, completou Bolsonaro

Agora a verdade é que a indústria Farmacêutica nunca irá aprovar uma medicação mesmo 100% eficaz se ela for de custo baixo, a Ivermectina já teve sua comprovação testada de 90% de eficaz por alguns médicos brasileiros.

Pesquisa realizada pela Universidade de Liverpool, no Reino Unido, e divulgada na segunda quinzena de janeiro, mostra que o vermífugo ivermectina tem até 75% de eficácia na prevenção de mortes pelo novo coronavírus .

Pesquisadores universitários britânicos revisaram 18 artigos científicos sobre a droga. Esse processo é conhecido como meta-análise e seus resultados são preliminares, mas promissores: atestam a eficácia do vermífugo na redução da inflamação e na eliminação mais rápida do novo coronavírus.

Andrew Hill destaca que os estudos da Universidade de Liverpool ainda são preliminares e que “a vacinação é fundamental para conter a pandemia”. Imagem: Prostock-studio / Shutterstock

O estudo também aponta que os medicamentos podem reduzir as chances de infecção e transmissão do vírus. As taxas de recuperação clínica previstas são de 43%, enquanto as taxas de sobrevivência são 83% maiores em comparação com pacientes que não usaram ivermectina.

Órgão do governo americano já considera o medicamento

Após apresentar os dados obtidos pela metanálise da equipe de cientistas, o National Institutes of Health (NIH), órgão do governo americano, acrescentou a ivermectina como possibilidade em seu protocolo de tratamento contra Covid-19.

Oxford University começa a testar com ivermectina

A Universidade de Oxford, no Reino Unido, deve iniciar mais uma bateria de testes para mostrar a real eficácia da ivermectina. Segundo os cientistas, a ideia é fazer pesquisas mais robustas sobre a eficácia do medicamento.

https://olhardigital.com.br/en/2021/01/25/news/ivermectin-is-really-effective-against-covid-19-see/.

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