No Brasil da Lava Jato, ser honesto chama atenção…

No Brasil da Lava Jato, ser honesto chama atenção

Infelizmente, em nosso país de tatos desonestos e amantes da lei de Gerson, a prática da honestidade deveria ser normal, mas infelizmente quando alguém a pratica como o jogador Rodrigo Caio chama atenção e divide opiniões.

Aos 39 minutos da primeira etapa do clássico entre São Paulo e Corinthians, no Morumbi, na primeira partida semifinal do Campeonato Paulista, o zagueiro Rodrigo Caio, do time da casa, teve um gesto grandioso, um exemplo para torcedores e jogadores do mundo todo. Naquele momento do jogo, o atacante Jô, do rival Corinthians, recebera um cartão amarelo injusto, que foi corrigido pelo são-paulino.

Em uma jogada no ataque corintiano, Jô foi para uma disputa com Rodrigo Caio e o goleiro do São Paulo, Renan Ribeiro, que levou um toque e ficou se contorcendo no chão. O toque, no entanto, foi dado pelo zagueiro são-paulino e não pelo atacante corintiano. Sem ver isso, o árbitro Luiz Flávio de Oliveira acabou aplicando cartão amarelo para o atacante corintiano, que ficaria suspenso do jogo da volta, por estar pendurado.

Neste momento, mesmo perdendo por 1 x 0, com gol do próprio Jô, Rodrigo Caio avisou o árbitro que fora ele que pisara em seu companheiro, sem querer. O cartão era equivocado. O árbitro Luiz Flávio de Oliveira retirou o cartão de Jô e aplaudiu o zagueiro por sua atitude.

Em um gesto de fair play, Rodrigo Caio mostrou que o jogo pode ser justo, mesmo em um clássico contra o maior rival. (Fair Play significa jogo justo, jogar limpo, ter espírito esportivo, em português. Fair Play é uma expressão do inglês que significa modo leal de agir.)

Quantos anos tem uma geração?

Utilizaremos o texto de Jó, capítulo 42, versículo 16, para determinar (segundo a Bíblia) quantos anos é dividida uma geração. Vejamos o texto:

“E, depois disto, viveu Jó cento e quarenta anos; e viu a seus filhos e aos filhos de seus filhos, até a quarta geração”.

Todo nós sabemos a história de Jó. Esse texto fala do que aconteceu com ele depois da tremenda prova que este servo do Senhor Deus passou. Segundo o texto bíblico (que acabamos de ler!), Jó viveu depois da prova mais 140 anos, vendo seus filhos, netos e bisnetos. A Bíblia diz que Jó acabou vivendo até a QUARTA geração.

Se Jó conseguiu chegar até a QUARTA geração com 140 anos, a única conclusão que podemos chegar é que uma geração dura 35 anos.

Veja o caso das gerações de Adão até Noé. A duração média do tempo de vida era de 850 anos para cada pessoa (Gênesis 5:-31; 9:29). Depois do dilúvio, a expectativa de vida diminuiu radicalmente para cento e vinte anos (Gênesis 6:3). Abraão, por sua vez, foi uma exceção a regra e viveu cento e setenta e cinco anos (Gênesis 25:7). Mais tarde a média de vida caiu para setenta ou oitenta anos conforme o Salmo 90:10:

“Os dias da nossa vida sobem a setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos”.

Não que isto seja regra geral, pois alguns podem viver bem mais conforme a genética e o meio ambiente em que cada um viveu. Mesmo assim, a grande questão que continua é a de sempre, ou seja, sobre quanto tempo dura uma geração. Uns cal-culam 40 anos, outros 48 anos, outros 50 e ainda outros 70 anos.

Hora de acabar com os segredinhos na Lava Jato

Edição do Alerta Total – www.alertatotal.net Por Jorge Serrão – [email protected]

Em nome da transparência total e da tolerância zero com o Crime Institucionalizado, a suprema-ministra Cármen Lúcia e o supremo-relator da Lava Jato, Edson Fachin, deveriam tirar o estranho segredo judicial sobre 23 inquéritos que tramitam no Supremo Tribunal Federal. Depois da divulgação da bombástica delação premiada dos dirigentes da Odebrecht, ficou evidente aos brasileiros que não é justo nem perfeito esconder qualquer fato criminoso que envolva dinheiro público.

O inaceitável segredinho já abre margem para especulações. Quem são os “poderosos” envolvidos em tais casos na última instância do Judiciário? Seriam magistrados, militares, banqueiros, amante de gente muito poderosa ou algum outro considerado acima de bem e do mal? Pouco ou nada imposta. O sigilo inconstitucional tem de ser quebrado em nome da publicidade da administração pública – claramente prevista no artigo 37 da Constituição de 1988 que alguns oportunistas desejam dar uma reformadinha, a fim de tudo fique como sempre esteve em Bruzundanga.

Além dos segredinhos supremos, outro assunto esquisito causa apreensão entre os que sonham com um Brasil passado a limpo na Era Pós-Lava Jato. Por que não estão criando facilidades para que o ex-ministro da Fazenda e da Casa Civil dos desgovernos Lula-Dilma consiga fazer uma delaçãozinha premiada. A família de Palocci pressiona para que ele seja ouvido e possa abrir o jogo sobre tudo que sabe. Exatamente aí residiria o problema. Palocci sabe muito e mais um pouco. O medinho do sistema é que ele fale demais e acabe denunciando gente poderosa demais, sobretudo banqueiros.

A corrupção e os bancos brasileiros

Dizem por aí que pensando bem sobre tudo que acontece no Brasil, ficamos decepcionados com as falas dos criminosos que nada sabem e que tudo foi feito segundo a lei. Outro dia o Bradesco encerrou de fato a conta de uma empresa e de um estudante irmão da arquiteta que trabalha na empresa porque transferiu, a pedido desta, setecentos reais. Na agência situada na Bahia, a gerente do estudante disse que as contas foram bloqueadas por evidência de lavagem de dinheiro. O empresário quando foi à agência e eles perceberam que se tratava de um engano, simplesmente desapareceram com tudo nos extratos, como se nada tivesse acontecido. O rapaz teve sérias dificuldades para restabelecer sua conta. Depois deparamos com a notícia de que esses bandidos de colarinho branco movimentaram e provavelmente continuam movimentando bilhões e nada acontece. Será que todos estes anos eles não souberam de nada

Dallagnol quer impedir PL 280 de Renan

Circula nas redes sociais um vídeo em que os procuradores fazem um apelo contra o projeto de Lei de Abuso de Autoridade criado pelos senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) e Roberto Requião (PMDB-PR).

A PL 280 – também conhecida como Lei do Abuso de Autoridade – prevê que servidores públicos e membros do Judiciário e do Ministério Público possam ser punidos caso sejam determinadas prisões “fora das hipóteses legais”, como ao submeter presos ao uso de algemas sem que apresentem resistência à prisão e fazer escutas sem autorização judicial, atingindo “terceiros não incluídos no processo judicial ou inquérito”.O projeto ainda estabelece condenações, como a obrigação de indenizar o dano causado pelo crime. No caso de reincidência, segundo a proposta, o autor ficará sujeito à perda do cargo, mandato ou função pública.

“Urgente: diga NÃO ao Projeto de Lei de Abuso de Autoridade dos Senadores Renan e Requião. Ele será usado pelos investigados que têm poder para processar criminalmente e retaliar os investigadores. Bem diferente de outros projetos que realmente criminalizam o abuso e a carteirada, como o proposto pelo PGR Janot”, escreveu o procurador Deltan Dallagnol em uma rede social dia (18).

Confira o vídeo na internet e conheça as entrelinhas desse Pro-jeto de Lei que está deixando o poder judiciário em polvorosa.

Dr. Palocci quer dizer o que sabe

A prisão preventiva e a delação, são os melhores instrumentos da polícia. A família, os amigos mais chegados pressionam para uma delação. Palocci cometeu sincericídio: “Fico à sua disposição hoje e em outros momentos, porque todos os nomes e situações que eu optei por não falar aqui, por sensibilidade da informação,

estão à sua disposição o dia que o Sr. quiser. Se o Sr. estiver com a agenda muito ocupada, a pessoa que o Sr. determinar, eu imediatamente apresento todos esses fatos com nomes, en-dereços, operações realizadas e coisas que vão ser certamente do interesse da Lava Jato. Acredito que posso dar um caminho, que talvez vá dar um ano de trabalho, mas é um trabalho que faz bem ao Brasil.”

Diretora do FMI diz que economia brasileira ‘virou a página’

A diretora-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Christine Lagarde, disse nesta quinta-feira (20) que a economia brasileira “virou a página” por causa, em parte, das políticas fiscal e monetária adotadas recentemente pelo governo.

“Então eu diria que, graças ao ciclo, a políticas que foram anunciadas, algumas que já foram implementadas, a economia brasileira virou a página e vai avançar no curso de 2017 e 2018”, disse Lagarde durante os encontros de Primavera do FMI e do Banco Mundial, em Washington.

A diretora do FMI disse que reformas estruturais ainda “são claramente necessárias”, mas que mudanças já estão ocorrendo sustentadas pelas políticas fiscal e monetária, que responde à redução da inflação no Brasil.

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