Acabou o carnaval, vamos ao trabalho

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Há um ditado popular que diz que o ano começa mesmo só depois do carnaval, em alguns setores a paralisia é tão grande que a frase faz sentido, janeiro é férias escolares e por conta disso muitos empresários acabam também aproveitando para descansar e passear com seus filhos, na política também há uma pausa nas conversações. Para quem gosta da folia se dedica exclusivamente ao carnaval e aí as coisas não ligado a festa da carne, não tem prioridade.

O Carnaval começou no sábado e terminou na Quarta-feira de Cinzas, quando segundo o calendário Católico, marca o primeiro dia da Quaresma. A Quaresma compreende 40 dias de reflexões e penitências que os cristãos católicos respeitam todos os anos e é uma referência aos 40 dias que Jesus passou no deserto suportando a tentações.

Mas, a reflexão religiosa está longe do calendário dos políticos de Manhuaçu e região. O retorno dos trabalhos nas Câmaras, se fez em duas cidades Manhuaçu e Lajinha, por conta de projetos importantes, mas mostrou que em ano político, o bloco que vai permanecer é o de conquistar votos. Em outubro acontecem as eleições municipais, momento de aflição para quem precisa provar ao eleitorado que cumpriu as promessas de campanha.

O “bloco das urnas” já mostra a que veio. Em Manhuaçu a oposição centra suas marchinhas carnavalescas nas promessas não cumpridas. Já em Lajinha cresce o bloco do Sapo, os foliões da oposição já preparam a fantasia ao som de “A Canoa afundou e o Sapo vai voltar”.

Na vizinha Manhumirim, o alvo são os desencontros do Governo da prefeita Darci Braga, com direito a pedidos de CEI, e o problema do patrimônio histórico e promessas de campanha não concretizadas. O PMDB e aliados preparam o bloco com o som “Está Chegando a Hora”.

Mas para quem pensa que os governantes municipais vão ficar parados, enganam prometem reação e já atacam os oposicionistas. O prefeito de Manhuaçu, Nailton Heringer, manda “beijinho no ombro” fizeram até uma estátua que rola na net, para quem não acredita em sua vitória, e o executivo de Lajinha, Lúcio, justifica sua rejeição culpando a “Redes sociais” e intriga da oposição.

E assim o ano de 2016 começa para valer, tanto em Manhuaçu, Manhumirim e Lajinha há conversas agendadas tudo por conta das possíveis candidaturas, são os grupos se mexendo.

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