Hotéis de Petrópolis estão com a metade da ocupação esperada

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As chuvas que castigaram a região serrana fluminense no mês passado não só destruíram casas e mataram centenas de pessoas como também prejudicaram a economia e o turismo nas cidades afetadas. Na cidade histórica de Petrópolis, conhecida como Cidade Imperial, a rede hoteleira do município, que costuma ter entre 80% e 85% de ocupação nesta época do ano, está com ocupação de apenas 45%, segundo dados da Fundação Municipal de Cultura e Turismo.

Para o carnaval deste ano, no início de março, a expectativa é que a ocupação chegue a apenas 65%, bem abaixo da média de 95% para esse feriado. Segundo o presidente da fundação, Charles Rossi, as chuvas afetaram apenas a estrutura hoteleira do Vale do Cuiabá, em Itaipava, onde três hotéis e pousadas foram danificados.

No restante da cidade de Petrópolis e do próprio distrito de Itaipava, no entanto, a estrutura hoteleira, os restaurantes e os atrativos turísticos não foram afetados.

“Nossa cidade está normal. Os atrativos turísticos estão funcionando. Estamos muito aflitos porque, embora não tenha acontecido nada com a nossa cidade em termos físicos para o turismo, a imagem que se divulgou foi muito negativa. Estamos num momento de recuperação da cidade e precisamos que os turistas venham para Petrópolis”, disse.

Petrópolis foi, durante o século 19, um refúgio de verão para a família imperial. A residência de verão de dom Pedro II se tornou o Museu Imperial, um dos principais atrativos da cidades. Outros atrativos de Petrópolis são o Palácio Rio Negro, residência de verão dos presidentes da República até 1969, a Casa de Santos Dumont, onde o pai da aviação passou algumas temporadas, e o Palácio de Cristal, construído pelo Conde D’Eu para abrigar exposições agrícolas.

Agência Brasil

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