Este Senado não queremos!

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Diretores do Senado
Pedro Cardoso da Costa para o Jornal das Montanhas

Coloque a boca no trombone, comente e repasse essa mensagem
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Eis que o Senado se tornou o símbolo máximo atual de malfeitorias na Administração Pública brasileira. Nunca foi nem melhor nem pior do que muitos órgãos públicos. Seus escândalos repercutem mais por ter sempre passado a imagem de uma freira ilibada, quando se tratava de uma mulher mundana. Medidas de moralização só são tomadas, sempre bem aquém do necessário, após denúncias na imprensa.
Como a Câmara tem um número muito maior de parlamentares, seria hora da mídia voltar sua fiscalização para aquela Casa. Depois estender às 27 assembléias legislativas e as mais de cinco mil câmaras municipais. O abuso tornou-se cultura nacional e precisa de combate permanente.
Não só as horas extras. Devem ser extintas muitas funções comissionadas, as famosas FCs, reduzir em milhões por cento a quantidade de cópias tiradas por quase a unanimidade dos servidores, abusando delas com seus trabalhos escolares; as compras desnecessárias e supérfluas, o gasto com a manutenção de aparelhos ligados, mesmo quando não são necessários; o consumo de combustível, principalmente nas câmaras municipais. As viagens, que tiveram como exemplo o voo da sogra do governador do Ceará. O utilização constante de aparelhos públicos em atividades particulares, mais comum na área da saúde. Tem mais e muito mais abusos a serem extintos.
E se deve criar um trabalho concomitante, de valor subjetivo. no sentido de elevar o espírito público para evitar que se ache normal usar a máquina pública para interesses particulares. Isso é uma utopia. É sempre a partir dela que as coisas impossíveis se tornam possíveis.
Elementar que o corte deve subir e acabar com as verbas abusivas de uniforme, de gabinete, uma desfaçatez para comerem dinheiro público. Com o caos social brasileiro, os parlamentares deste país são três vezes mais caros do que os franceses, algumas vezes mais do que os americanos e ingleses. Ou seja, se paga caro demais por algo um produto de péssima qualidade.
Embora flagrante o desvio de finalidade ou a malversação do dinheiro público, o Ministério Público Federal não tem sido atuante na fiscalização e no combate a muitos atos desastrados dos demais órgãos. É hora de agir com mais fervor para conter essa sangria deslavada com o dinheiro da viúva. Caberia aos organismos sociais tentar criar meios que permitam à sociedade acompanhar de perto a destinação do dinheiro, bem como a atuação dos seus administradores públicos para ajudar a controlar a sanha dessa gente sem pudor. É hora implementar um choque de gestão eficiente e um basta em tanta mordomia desnecessária em toda a Administração Pública brasileira.

Pedro Cardoso da Costa
Interlagos/SP Bel. Direito

1 COMENTÁRIO

  1. Mensagem
    Fui funcionário público por vinte anos, onde alguns cargos importantes eram preenchidos por nomeação política. O que estes servidores com altos QI faziam? Nada. Apenas nos atrapalavam. Equanto pintava alguma irregularidade, eles nos ameaçavam. Infelizmente, no \Brasil Colônia eram os portugueses. Hoje, no Brasil democrático são os políticos que deixam este país sem suas riquezas. Eles empobrecem este Brasil. Hoje, sou aposentado, e voluntario em uma isntituição pública, e o que vejo e ouço… barbaridades, nem Ali Babá e seus 4o ladrões desviavam tanto dinheiro. O grande mal é que suas barrigas nunca enchem… estão sempre com fome. ESTE PAÍS PODERIA SER O CELEIRO DO MUNDO. MANDAR NO MUNDO SE SOUBESSE EXPLORAR AS RIQUEZAS NATURAIS SEM QUE NÃO HOUVESSE FRAUDADORES.
    É COM TRISTEZA QUE FAÇO ESTA NOTA….
    JOAQUIM/RJ

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