Os 10 parlamentares mais influentes do Brasil

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1 – Michel Temer (PMDB-SP)

Deputado Michel Temer
Deputado Michel Temer

Da redação do Jornal das Montanhas online.
Michel Elias Temer Lulia (Tietê, 23 de setembro de 1940) é um advogado e político brasileiro.

É o atual presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, tendo sido eleito para o biênio de 2009 a 2010.

É também o atual presidente do PMDB há sete anos, e deputado federal por São Paulo, no exercício do seu sexto mandato.

Foi presidente da Câmara dos Deputados por outras duas vezes, a primeira em 1997 e a segunda em 2001. Neste período, assumiu a presidência da república, interinamente, de 27 a 31 de janeiro de 1998 e em 15 de junho de 1999, sendo o último paulista a ocupar a presidência.

Michel Temer também foi candidato a vice-prefeito de São Paulo em 2004, na chapa de Luísa Erundina.

Foi procurador do estado de São Paulo, e atualmente é professor de Direito Constitucional na Faculdade de Direito da PUC-SP. Ocupou ainda os cargos de procurador-geral do Estado por duas vezes, e foi secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo, também por duas vezes, uma delas logo após o “Massacre do Carandiru”.

Obras Publicadas:

• Território Federal nas Constituições Brasileiras. Ed. Revista dos Tribunais, 1975.
• Elementos de Direito Constitucional. Ed. Malheiros, 1987.
• Seus Direitos na Constituinte. 1989.
• Constituição e Política. Ed. Malheiros, 1994.

2 – Henrique Fontana (PT)

Henrique Fontana
Henrique Fontana

Henrique Fontana Júnior (Porto Alegre, 18 de janeiro de 1960) é um administrador, médico e político brasileiro.

Fontana é formado em Administração de Empresas e em Medicina pela UFRGS. É filiado ao Partido dos Trabalhadores desde 1984, foi vereador de Porto Alegre entre 1993 e 1996. No ano seguinte assumiu a Secretaria Municipal de Saúde, na gestão do prefeito Raul Pont.

Em seu primeiro mandato como deputado federal, em 1999, Henrique atuou como vice-líder da bancada do PT e foi por dois anos líder do PT na Câmara dos Deputados, entre 2005 e 2007.

Desde 24 de novembro de 2007 é o líder do Governo Lula na Câmara dos Deputados.

3 – Cândido Vaccarezza (PT)

Cândido Vaccarezza
Cândido Vaccarezza

Em primeiro mandato, o líder do PT na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza, foi destacado em 3º lugar na eleição promovida pelo DIAP entre os 100 parlamentares selecionados como “Cabeças do Congresso”.

Líder do PT na Câmara dos Deputados em 2009, Cândido Vaccarezza cumpre o papel de articulador da bancada na Casa, na defesa do governo do Presidente Lula, na articulação com as demais bancadas da base de sustentação do governo, no diálogo com os diferentes órgãos do Executivo e também no diálogo e nos embates com as forças de oposição.

Vaccarezza está em seu primeiro mandato de deputado federal e antes de assumir o cargo, em 2007, teve papel destacado na campanha vitoriosa de Arlindo Chinaglia (PT) para presidente da Câmara dos Deputados no biênio 2007/2008. Em 2009, participou também ativamente da campanha de Michel Temer (PMDB) para a presidência da Câmara; trabalhou para honrar o acordo firmado em 2007 com o PMDB e para assegurar o princípio da proporcionalidade partidária que confere à bancada com maior número de parlamentares o direito de assumir a presidência da Casa.

Ronaldo Caiado
Ronaldo Caiado

4 – Ronaldo Caiado (DEM/GO)

 

Ronaldo Ramos Caiado (Anápolis, 25 de setembro de 1949) é um político brasileiro, fililiado ao Democratas.

É um dos líderes da chamada “bancada do campo”, foi deputado federal e um dos líderes da União Democrática Ruralista.

Candidatou-se a presidente da República em 1989 pelo PSD, como opositor ao então candidato Lula.

Em 1994, candidatou-se a governador de Goiás.

Atualmente está no quarto mandato como deputado federal, da denominada Bancada Ruralista.

5 – Senador José Sarney (PMDB/AC)

José Sarney
José Sarney

 

José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, mais conhecido como José Sarney (Pinheiro, 24 de abril de 1930) é um político e escritor brasileiro. Foi o trigésimo primeiro presidente do Brasil, de 1985 a 1990. Vice-presidente eleito pelo Colégio Eleitoral, na época, assumiu o cargo devido ao falecimento do titular, Tancredo Neves.

É o atual presidente do Senado Federal do Brasil, desde o dia 2 de fevereiro de 2009.

Em 1965, adotou legalmente o nome de José Sarney de Araújo Costa, o qual já utilizava para fins eleitorais desde 1958, por ser conhecido como “Zé do Sarney”, isto é, José filho de Sarney.

Ingressou na vida pública na década de 1950. Foi deputado federal em 1955. É portanto o parlamentar mais antigo ainda em atividade no Congresso Nacional.

Ao longo de sua carreira política, foi diversas vezes deputado, foi governador do Maranhão entre 1966 e 1971, senador pelo Maranhão entre 1971 e 1985 e Presidente da República de 1985 a 1990. Já integrou a UDN, foi líder do governo Jânio Quadros na Câmara dos Deputados, foi presidente da ARENA e do PDS, e posteriormente filiou-se ao PMDB.

Henrique Eduardo Alves
Henrique Eduardo Alves

6 – Henrique Eduardo Alves(PMDB/RN)

 

Henrique Eduardo Lyra Alves (Rio de Janeiro, 9 de dezembro de 1942).

Bacharel em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, disputa sua primeira eleição, para deputado federal pelo Rio Grande do Norte, em 1970, um ano após seu pai, Aluísio Alves, político potiguar e então deputado federal, ser cassado pelo Ato Institucional nº 5. Filiado ao MDB, elege-se e inicia sua carreira política, seguindo-se mais nove mandatos consecutivos à Câmara dos Deputados.

Primo dos políticos Garibaldi Alves Filho e Carlos Eduardo Alves, concorreu duas vezes a prefeitura de Natal, sem sucesso: em 1988 foi derrotado por Wilma Faria, e em 1992 por Aldo Tinoco.

Além de político, Henrique Eduardo Alves é empresário, sendo um dos proprietários do Sistema Cabugi de Comunicação, em que fazem parte a TV Cabugi, afiliada da Rede Globo no Rio Grande do Norte, rádios como a Rádio Globo Natal, Rádio Difusora (Mossoró), e do jornal diário Tribuna do Norte, do qual é Presidente.

Após o MDB, passou brevemente pelo PP até este ser incorporado ao PMDB, ali permanecendo desde então. Ocupou vários cargos na hieraquia deste partido.

É líder do partido na Câmara dos Deputados desde janeiro de 2007.

Romero Jucá
Romero Jucá

7 – Romero Jucá (PMDB/RR)

 

Romero Jucá Filho (Recife, 30 de novembro de 1954) é um político brasileiro que fez sua carreira em Roraima, atualmente é senador pelo PMDB.

Estudou Economia na Universidade Católica de Pernambuco e fez pós-graduação em Engenharia Econômica. Foi no Recife que ele começou sua vida política como diretor da Secretaria de Educação do Estado. Em 1984 foi secretário extraordinário de Coordenação da Prefeitura do Recife. Ele trabalhou ainda como professor universitário, gerente e diretor de órgãos públicos e privados. Após essa experiência, presidiu a Fundação Projeto Rondon, em 1985, e no mesmo ano, foi secretário executivo da Comissão Interministerial de Educação e Desenvolvimento Regional.

Em 1986, Romero Jucá presidiu a Fundação Nacional do Índio (Funai) depois foi nomeado pelo então presidente da república José Sarney e aprovado pelo Senado, em 1988, para ser o governador do então território de Roraima.

Romero Jucá foi, em 1992, diretor de Abastecimento da CONAB e secretário nacional de Habitação do Governo Federal. Em 1994 foi eleito senador pela primeira vez. Desde sua posse, ele ocupou cargos de destaque no Congresso Nacional e no Governo Federal. Foi relator de matérias importantes como a reforma tributária. Nos últimos anos, alternou passagens pela liderança do governo no senado na gestão do então presidente Fernando Henrique Cardoso e no atual governo do presidente Lula. Desde 2003 é filiado ao PMDB e preside o Diretório Estadual em Roraima.

Nos governos federais, ele integrou conselhos deliberativos de importantes instituições como a Suframa e a Sudene. Em 2005, ele foi convidado pelo presidente Lula para ocupar a pasta da Previdência Social. Durante sua gestão como ministro, Romero Jucá priorizou o equilíbrio das contas públicas no âmbito previdenciário e iniciou o trabalho de modernização do INSS em todo o Brasil. O senador Romero Jucá Filho assumiu o segundo mandato consecutivo pelo estado de Roraima em 2003.

Em 2006 foi escolhido pelo presidente Lula vice-líder do governo no senado e, em março de 2007, assumiu definitivamente por designação do Presidente da República o cargo de líder do governo no Congresso Nacional.

Aloísio Mercadante
Aloísio Mercadante

8 – Aloísio Mercadante (PT/SP)

 

Aloizio Mercadante Oliva (Santos, 13 de maio de 1954) é um economista e político brasileiro. Mercadante foi vice-presidente nacional do PT e secretário de relações internacionais, além de integrante do Diretório Nacional e da Executiva Nacional. Participou da elaboração dos programas de governo do PT e foi coordenador da campanha presidencial do partido nas eleições de 1989 e 2002. Foi candidato à vice-presidência da República na chapa de Lula nas eleições de 1994.

Foi um dos fundadores do PT em fevereiro de 1980 e o vice-presidente do partido entre 1991 e 1999. Desde 2002 é senador pelo estado de São Paulo.

Aloizio Mercadante foi o senador mais votado do Brasil em 2002.

Mas a estréia mais efetiva de Mercadante na vida política começou mesmo na época da faculdade de Economia na USP. Ele foi presidente do Centro Acadêmico Visconde de Cairu (CAVC) em 1974 e 1975 e ajudou a organizar protestos contra o assassinato do estudante Alexandre Vannucchi Leme e do jornalista Vladimir Herzog. Atualmente é professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas.

Venceu a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy nas prévias do PT e concorreu ao governo do estado de São Paulo nas eleições de 2006. Derrotado por José Serra, agora voltará aos seus quatro anos restantes no Senado.

Ciro Gomes
Ciro Gomes

9 – Ciro Gomes (PSB/CE)

 

Ciro Ferreira Gomes (Pindamonhangaba, estado de São Paulo, 6 de novembro de 1957) é um advogado e político brasileiro radicado em Sobral, no Ceará desde 1964. Em 1979, disputou as eleições da UNE, onde concorreu para vice-presidente na chapa Maioria, que na época era vista como uma tentativa da direita de buscar influência no âmbito estudantil. Iniciou a carreira política no PDS, sucessor da Aliança Renovadora Nacional, a Arena, partido que dava sustentação à Ditadura Militar Brasileira. Em 1980 a agremiação passou a se chamar PDS, partido pelo qual disputou seu primeiro pleito, tendo se filiado ao partido poucos meses antes, elegendo-se deputado estadual em 1982. Em 1983 trocou de partido, passando para o PMDB, partido pelo qual reelegeu-se deputado estadual em 1986. Em 1988 migrou ao PSDB e conseguiu ser eleito, neste mesmo ano, prefeito de Fortaleza. Na eleição presidencial de 1989, apoiou no primeiro turno Mário Covas, candidato de seu partido, e Lula, no segundo turno. Em 1990, foi eleito governador do Ceará. Foi o primeiro governador a ser eleito pelo PSDB. Ficou no posto entre 1991 e 1994.

Foi membro do PSDB até 1996, quando filiou-se ao recém-criado PPS (do antigo Partido Comunista Brasileiro, presidido por Roberto Freire – fundado em 19 de março de 1992) para concorrer à presidência da República em 1998. Foi o terceiro mais votado com 7.426.190 votos (ficou atrás de Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva). Em 2002 disputou novamente o cargo público mais importante do país pelo PPS e terminou o pleito em quarto lugar com 10.170.882 votos (ficou atrás de Lula, José Serra e Anthony Garotinho). No segundo turno, apoiou Lula. Nessa campanha, afirmou que havia combatido a ditadura militar.

Passou em 2003, por não concordar com Freire quanto à oposição do PPS ao governo, para o PSB. Aceitou então convite de Lula para assumir o Ministério da Integração Nacional, responsável pelo desenvolvimento regional e obras de infraestrutura. Em março de 2006 Ciro renunciou ao cargo para concorrer à Câmara dos Deputados Federais pelo Estado do Ceará.

Em 22 de abril de 2008, afirmou em sabatina da Folha que poderá se candidatar à presidência do Brasil em 2010. Já em 18 de junho de 2009, admitiu ponderar sobre candidatura ao cargo de governador do estado de São Paulo.

Senador Arthur Virgílio
Senador Arthur Virgílio

10 – Arthur Virgílio (PSDB/AM)

 

Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Neto (Manaus, 15 de novembro de 1945).

Filho do político amazonense Artur Virgílio Filho, Arthur Virgílio Neto formou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, e é diplomata de carreira formado pelo Instituto Rio Branco.

Na juventude foi militante do PCB. Posteriormente foi filiado ao PMDB, PSB e ao PSDB, do qual seria um dos fundadores.

Candidatou-se a deputado federal em 1978 pelo MDB obtendo a 1ª.suplência. Se elegeria a este cargo na eleição seguinte, em 1982. Foi candidato a governador do Amazonas em 1986 pelo PSB, sendo derrotado por Amazonino Mendes. Pelo mesmo PSB foi eleito prefeito de Manaus em 1988 derrotando o ex-governador Gilberto Mestrinho. Entretanto, ainda no início do mandato, em 1989, migrou para o PSDB, seu partido atual. Novamente deputado federal em 1994, seria reeleito em 1998. Foi um dos líderes do Governo Fernando Henrique Cardoso, ocupando o cargo de Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.

Eleito senador em 2002, tornou-se líder do PSDB desde então, e um dos críticos mais firmes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2006 foi novamente candidato ao governo do Estado do Amazonas, obtendo apenas 5,5% dos votos, na 3ª.colocação.

Em 6 de agosto de 2009, em meio a denúncias contra o Presidente do Senado, José Sarney, do qual defendeu o afastamento do mesmo, sofreu representação do PMDB no Conselho de Ética do Senado, pelo fato de manter no Exterior, com dinheiro pago pelo Senado, um funcionário, além de receber R$ 10 mil de Agaciel Maia do Senado para pagamentos pessoais, além de utilizar dinheiro do Senado para pagamento de saúde de sua mãe. Porém treze dias depois, o referido Conselho arquivaria por unanimidade a representação.

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