Tomara que caso Honduras sirva de lição

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chargePor Devair Guimarães de Oliveira do JM Online

Vamos torcer para que tudo volte à normalidade e em novembro democraticamente o povo hondurenho escolha seus representantes, as Leis foram feitas para serem cumpridas e seria bom que todas as constituições do mundo tivessem um capitulo que resguardassem a própria ‘Lei Mãe’, pois o que vimos com freqüência são governos gananciosos que através de manobras duvidosas modificam as leis fazem emendas que privilegiam alguns poucos em detrenimento a maioria do povo e às vezes com um custo muito grande para seus habitantes, retratado pela famosa frase “farinha pouca meu pirão primeiro”, o povo das Américas precisam aprender a fazer valer seus direitos e deixar de ser massa de manobras de organizações e mandatários plantonistas famintos pelo poder e em nome da democracia fazem valer suas vontades. Este fato nos lembra e nos remete para muitos acontecimentos idênticos que tivemos no passado, a história vai se repetindo, mas a coragem dos militares hondurenhos nos fez refletir. Normalmente as coisas começam como balões de ensaio uma emendinha aqui, outra acolá até chegar aos seus objetivos como fez Cháves. FHC fez escola aumentou seu mandato para 8 anos, outros países copiaram e Cháves não contentou com 8 votou logo uma lei que lhe dê quantos anos necessite. Já no Brasil fizeram um ensaio de um 3º mandato para Lula, mas sentiram que por mais que o povo goste do Lula, perpetuar no poder jamais. Boa oportunidade para falar do malefício que está causando ao país as reeleições será que vão acabar com essa prática tão nociva a democracia, sou favorável que acabem em todos os níveis só assim teremos uma boa rotatividade e alternância de poder, feito que contribua para a democracia e ainda mais servirá como distribuição de renda. Todos sabem que os políticos usam o próprio cargo para se reelegerem, a verdade de fato estão aí comprovado, mais de 90% dos executivos e mais de 50% dos parlamentares conseguem suas reeleições mesmo que tenha feito um péssimo governo.

Conselho Permanente da OEA reuniu-se para discutir a crise política. A volta clandestina do presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, ao país foi “irresponsável” e não serve aos interesses do povo, disse nesta segunda-feira (28) o representante norte-americano na OEA (Organização dos Estados Americanos), Lewis Anselem.

Lewis Anselem fez as declarações durante reunião extraordinária do Conselho Permanente da organização.

“Os que facilitaram a volta de Zelaya têm uma especial responsabilidade para prevenir a violência e garantir o bem-estar do povo hondurenho”, disse, sem detalhar.

Na semana passada, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, havia dito esperar que a volta de Zelaya pudesse ser uma “ocasião” para o reinício das negociações.

O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, dá entrevista nesta segunda-feira (28) na Embaixada do Brasil, em Tegucigalpa.

Os EUA estão do lado de Zelaya na crise e tentaram patrocinar uma saída negociada para a crise. Mas vários países latino-americanos acusam os EUA de não se empenharem suficientemente para resolver a questão.

Depois da besteira que fizeram só mesmo lamentar, sinceramente não vejo uma saída para essa crise da maneira em que desejam os países que apóiam Zelaya é mais complicada a situação brasileira que aceitou abrigar Zelaya na embaixada brasileira, acredito que alguns que tiveram essa idéia pensaram que Micheletti ia se borrar e tremer ao ver seu opositor tão perto, mas não foi isso que aconteceu eles estão irredutível e acreditam que quem está fora da lei é o presidente deposto.

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